"There has been a sharp rise in Britons having breast enlargements - and plastic surgeons say it is because women want to look like Mad Men star Christina Hendricks."
Ora eu sou uma mulher prática: se é para se parecer com ela...
... não era mais prático simplesmente pintar o cabelo de vermelho e aplicar base muito clarinha???
Ali nos "factos interessantes" (ou nem por isso) na janelinha ao lado saiu esta pérola:
"Banging your head against a wall can burn up to 150 calories per hour."
Não diz a intensidade da pancada nem o tipo de parede. É mesmo só assim, a seco: pode-se queimar até 150 calorias por hora a bater com a cabeça contra a parede...
... é mesmo poético, bater com a cabeça contra a parede para gastar 150 calorias. Ou então não: será simplesmente parvo!
É cerca de metade do gasto de uma caminhada, mas assim não se gasta sapatos nem se apanha frio. Simplesmente bate-se com a cabeça na parede.
Dizem as más línguas que o cérebro do homem e da mulher tem vindo a encolher, porque já não é precisa tanta inteligência para sobreviver. Portanto a coisa ilustra-se do seguinte modo. O restante volume (ou área, porque estou em crer que este cérebro será verdadeiramente dimensional) é ocupado por ar mesmo!
Sobreviver? Esta gente é louca! Quem é que precisa de sobreviver? Isso é para parolos e cheios de fome! Hoje o pessoal não tem fome, mas sede! Toda a evolução humana foi programada no sentido da caça. À zebra, à gazela, ao leão, às gajas. Hoje em dia os homens optimizaram o cérebro para todas as actividades de que necessitam e para novos paradigmas de caça. As mulheres, em contrapartida, moldaram a sua evolução no sentido da recolecção. E para isso é preciso um cérebro, e às vezes só esse não chega. Além de o esconderem debaixo do cabelo, desenvolveram também uma extensão deste e funcionam em rede: meus senhores, o motivo por que as mulheres precisam de malas tão grandes é simples: guardam lá o seu cérebro.2, além de tudo o que "recolectaram"! Que também é tudo preciso e também são outras mini-extensões do seu cérebro!
Ou os olhos! Pois não é que me lembrei que o Mickey Rourke outrora, no século passado, no milénio passado teve um rosto agradável (bonito mesmo), sem parecer que tinha sido atropelado pela linha amarela do metro? Todas as 7 composições que lá circulam, em ambos os sentidos durante todo o ano. A Kim Basinger é que estava com um calorão!
Mas entretanto entrou em dieta. Para alívio da empregada da limpeza, que não entendia como é que uma menina tão magrinha fazia semelhante chiqueiro ao pé do frigorífico.
E pronto, começou oficialmente a época dos filmes melosos de Natal! Aqueles que dá todos os Natais, como se este fosse o último! E é: é o último Natal do ano, não se pode desperdiçar. Sobretudo com mau cinema!
Claramente "Ghost - o espírito do amor" não é mau cinema: chorei baba e ranho a ver o Jack morrer e subir ao céu, ao mesmo tempo que me fartei de rir a ver os disparates da Oda Mae. E um bom filme tem por norma um moral da história. E qual é o moral da história do Ghost? Que se a pessoa se porta mal vêm as luzes pretas que a arrastam para baixo, mas quem faz potes de cerâmica a dois (com pouca roupa e ao som de músicas românticas) e não rouba enquanto trabalha em alta finança vêm as luzes brancas e levam-na para cima? O filme é relativamente omisso quanto à rectidão e moral de fingir que se fala com os mortos e se leva dinheiro por isso, pelo que é de certo modo um espelho da sociedade.
Não, meus caros, o moral da história do Ghost é que devemos andar sempre bem vestidos. Isto porque, se repararem, o Jack anda sempre de calças pretas e camisa vermelha: a mesma indumentária que tinha quando se finou. Com a vantagem que o sangue se limpou sozinho. Ou seja, não é preciso uma pessoa preocupar-se com a manutenção da roupa quando no estado de fantasma (mas eu desconfio que vocês já sabiam disto antes de eu vos dizer), só com ter o estilo e a atitude certas, porque é para a eternidade.
E pronto, agora que já disse o meu disparate bimensal, já posso retirar-me discretamente. Bom Natal e bons filmes! E vistam-se bem: aumenta as vossas hipóteses de viverem bem, de qualquer modo!
Ora bem, nouvelle cuisine é uma coisa, isto é outra, embora tenham em comum as porções reduzidas. É que quem faz esta dieta (??) também tem que ingerir menos de 1000 kcal por dia. Gaja como sou, sei que 1200 são o recomendado para perder peso e não morrer de fome, e que perder 19 kg em 4 meses é inteiramente possível (embora um pouco rápido demais) se for acompanhado por uma valente dose de exercício.
Claro que a perda de peso não tem nada que ver com a restrição calórica!! Naaaaaaaaaaaaaah! O que faz peso é injectar uma coisa que saiu do corpo de uma grávida por via "mijatória". Porque as grávidas, como se sabe, são um modelo de elegância: magrinhas como modelos! Quem disse que elas ficam gordas que nem lontras claramente estava a precisar de óculos e de uma lobotomia (a qual, dizem estudos com a mesma credibilidade que este tratamento também faz emagrecer).
Acho que este mecanismo de perda de peso é o bom velho "engana-me que eu gosto"! Mas isso sou eu aqui a pensar...
Sempre adorei o francês. Não foi a minha escolha no ciclo, mas só porque entre um e outro não podia escolher os dois e estava completamente enfeitiçada pelo inglês. E não me arrependo: o inglês dá jeito, é prático, leva-me longe e continuo a gostar muito.
Contudo, o inglês tem limitações que não tem o francês. Como fazer com que um chorrilho de asneiras pareça ter classe e estilo. Relembrei-me disso quando li a deliciosa frase acima, que em português significa só "vai tomar no cú, filho da puta imundo". O autor? Um cidadão de nome Nicolas Anelka (só sei que é jogador da selecção francesa), que dedicou estas carinhosas palavras ao treinador. Que, rezam as crónicas, tem maus fígados e por isso levou a mal, mas eu acho não devia: soa tão bem! E, conhecendo os franceses, na volta era um elogio (se fossem ingleses, na volta seria um convite). Seja como for, não me parece tão grave assim. Mas como os franceses sempre foram uma pedra no sapato dos portugueses em futebol, estou relativamente feliz pela confusão no meios dos "les bleues". E só tenho pena do Thierry Henry, que é um querido!
Já no Matrix uma das frases célebres é "I love the French language. I have sampled every language, French is my favourite - fantastic language, especially to curse with.Nom de Dieu de putain de bordel de merde de saloperies de connards d'enculé de ta mère.It's like wiping your arse with silk, I love it."
Ainda nãoexperimentei limpar o rabo com seda (desconfio que não será muito eficiente), mas de certeza que ao menos será pelo menos como limpar o rabo a uma raça qualquer de papel ultra-chique, ultra-fino e com uma cuidadosa selecção de cores e feitios da Renova (ou então a Renova deverá investir em fazer papel para limpar o rabo a partir de seda). Isto porque não é hora de explorar o conceito de papel higiénico reciclado, que já é outra conversa.
Em todo o caso, um povo que ao praguejar parece ter estilo só pode ser bom! Mesmo ocasionalmente a futebol. O praguejar inglês não tem o mesmo "allure", porque "up yours, dirty son a bitch" parece uma porra qualquer ouvida num pub por um barrigudo branquela, queimado do sol, em tronco nú e com um grãzinho na asa (que, para quem conhece as cervejas amaricadas dos bifes, implica litradas de mijoca até bater a sério). Ou seja, é o equivalente a limpar o rabo com um tojeiro. Além de limpar mal, arranja.
Não sei como se traduz a famosa frase em alemão, mas deve soar qualquer coisa como "ramstein, ramstein, ramstein, filho da puta imundestein". Não será como um tojeiro, mas aproximar-se-á de papel de jornal. Arranha, mas se feito com técnica, cumpre com o dever de limpar.
Em italiano suponho que seja qualquer coisa como "va andati a enrrabarti, filho di putini imundini", que pode ser dito no mesmo tom de "vamos ali num instantini comer uns tremocini e ver portugalini a dar mais 7 golini à Coreia do nortini". Aqui já passamos para os guardanapos de papel (de marca branca): até limpam o rabo, mas não foi para isso que foram criados.
E em português? Bem, aí depende: se for dito a esbracejar por um alguém do norte, soa como uma sinfonia. Se for por lisboetas, é capaz de não sair natural. E praguejar tem que sair natural, senão sai uma merda. Ou seja, um nortenho a praguejar não precisa de papel higiénico para limpar rabo nenhum. Nem de seda. Quando muito, de uns lenços de papel para amparar uma lagrimita marota que possa escapar de ouvir tão afinado som.
E aqui fica a minha sincera homenagem à fina arte de praguejar. Ou à selecção francesa. Ou à fina arte de escrever disparates que não significam nada, só para encher chouriços. E já agora, mais um exemplo de bom futebol francês. Ou talvez não...
1. Ter um vendedor nú (naked) a vender (selling) calções (shorts);
2. Vender um produto com um lucro muito pequeno;
3. Ficar a pouco de vender algo;
4. Vender nudez;
5. Por meio de transacções financeiras sofisticadas vender títulos de bolsa que ainda não se possui, na esperança de os comprar a preço mais baixo;
6. Vender banha da cobra.
Pessoalmente hesitei entre as opções 1 e 6, mesmo porque a 5 me pareceu um disparate total. Ou seja, a resposta certa é a 5!!! Quando eu achava que a Economia já era complicada, a modos que para o incompreensível e mesmo ilógica, eis que a senhora me prova que ainda consegue ser mais parva! Se trabalhar com dinheiro que não se tem já era complicado, trabalhar com dinheiro que demorará 2 ou 3 gerações a ganhar (e pagar juros valentes) era chato, então vender o que não se tem parece ainda mais complicado!
E depois há gentinha pouco informada, como um tal de SENHOR Américo Amorim (parece que até fez uns trocos, mas não passa de um corticeiro) que diz que "se não há dinheiro não há obras", referindo-se ao nível de endividamento excessivo do país e ao bom senso. Quer dizer, o senhor não sabe claramente do que está a falar! Não percebe nada de Economia! O que é natural, porque nem licenciado é! Ou isso ou os governantes deste e de outros países (licenciados ou mais) não têm um pingo de bom senso. O que é um disparate, não é? ... digam-me que é, sim???
Está a dar na Fox Next o filme "Jogo a três mãos" (no original Bull Durham, não sei porquê) e apeteceu-me deixar uma sentida homenagem ao filme que me deixou a perceber 100% mais do que aquilo que sabia sobre baseball. Fosse toda a matemática tão simples: 100% de zero continua a ser zero! Contudo, é também o filme da famosa frase "Cute? Baby ducks are cute! I wanna be exotic, misterious!".
Outra citação engraçada:
"Your shower shoes have fungus on them. You'll never make it to the bigs with fungus on your shower shoes. Think classy, you'll be classy. If you win 20 in the show, you can let the fungus grow back and the press'll think you're colorful. Until you win 20 in the show, however, it means you are a slob. "
A definição de classe: é o que o jogador da primeira liga diz que tem classe! Lógico!
O meu interesse em baseball? Nenhum! Roupa amaricada, regras parvas e uma perturbadora semelhança com o cricket. Esse sim, assustador com as suas camisolas pipis e calças ainda mais amaricadas e uma presunção sem fim!
Então porque é que escrevi isto?
Bem, era para postar isto antes no meu Facebook, mas depois apeteceu-me elaborar (a minha capacidade de síntese é uma merda) e de qualquer modo já há muito tempo que não escrevia aqui nada. E apeteceu-me pôr uma foto de um gajo com a beleza fácil e descontraída do Tim Robbins! Fica sempre bem em qualquer lado...