Ou será ela mesma uma "bad girl"? E eu?
... e o que é que isso interessa? Haja gatinhos!
Segunda-feira, 23 de Abril de 2012
Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Saldos
Os saldos, essa fabulosa instituição! Quem dera que fosse como o Natal: quando eu quisesse! Mais que não seja porque pouparia imenso dinheiro e/ou compraria mais coisas.
Como não pode ser, achei que o meio de Fevereiro seria boa altura para procurar bons negócios. E pronto, saí das 500 000 lojas em que entrei com um excelente negócio: uma peça a 50% a que um parolo chamaria uma gabardine. Eu, como sou uma mulher de classe, digo que comprei um "trench choat".
No meu momento de reflexão pós-compras, aquele em que me sento depois da adrenalina da compra e aprecio a peça (o equivalente ao fumar de um cigarro depois da consumação de outro acto que envolve a fornicação, mas desta vez não da carteira... além de que eu não fumo!), ocorreu-me que era o meu primeiro "trench coat": sempre quis ter um, mas nunca tinha encontrado um que gostasse. E ele é lindo de morrer, diga-se!
Ocorreu-me ainda outro pensamento deveras perturbador: aquele era o tipo de peça que se usa nos filmes (e, arriscar-me-ia a dizer, na vida real) para ir ter com alguém e o surpreender... com pouquíssima roupa mais... ou nenhuma! A alternativa seria um casaco de peles, mas isso não está no menu (I'd rather go naked than wear fur, anyone?).

OK... não é bem isto. É mais isto:
E pronto, o que é que isto diz de mim? Acho que é claro por esta altura que eu tenho uma mente perturbada e mais dinheiro que juízo. O que não faz de mim rica: só pouco ajuizada mesmo.
E assim vos deixo com um belo momento trench coat!
Como não pode ser, achei que o meio de Fevereiro seria boa altura para procurar bons negócios. E pronto, saí das 500 000 lojas em que entrei com um excelente negócio: uma peça a 50% a que um parolo chamaria uma gabardine. Eu, como sou uma mulher de classe, digo que comprei um "trench choat".
No meu momento de reflexão pós-compras, aquele em que me sento depois da adrenalina da compra e aprecio a peça (o equivalente ao fumar de um cigarro depois da consumação de outro acto que envolve a fornicação, mas desta vez não da carteira... além de que eu não fumo!), ocorreu-me que era o meu primeiro "trench coat": sempre quis ter um, mas nunca tinha encontrado um que gostasse. E ele é lindo de morrer, diga-se!
Ocorreu-me ainda outro pensamento deveras perturbador: aquele era o tipo de peça que se usa nos filmes (e, arriscar-me-ia a dizer, na vida real) para ir ter com alguém e o surpreender... com pouquíssima roupa mais... ou nenhuma! A alternativa seria um casaco de peles, mas isso não está no menu (I'd rather go naked than wear fur, anyone?).

OK... não é bem isto. É mais isto:
E pronto, o que é que isto diz de mim? Acho que é claro por esta altura que eu tenho uma mente perturbada e mais dinheiro que juízo. O que não faz de mim rica: só pouco ajuizada mesmo.E assim vos deixo com um belo momento trench coat!
Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
O presente perfeito para o dia de São Valentão
O dia de quem? Ora, quem não se lembrar, vá recordar este post.
Ora parece que é tradição (se é que uma moda recente e importada pode ser chamada tradição, mas adiante) oferecer cenas à "mais que tudo" (também não entendo o conceito, porque "tudo" é muita coisa, mas passemos também adiante!). Ora eu acho que a oferecer, tem que ser coisas úteis e/ou que nos ajudem a atingir um objectivo. Vai daí, aqui está a minha sugestão.

Et voilá, um pendente! É útil, decorativo e ajuda a atingir um objectivo. Dois, aliás: o "lets fuck" propriamente dito e o ver se a "mais que tudo" (não estou mesmo convencida com a expressão) tem sentido de humor (se não tem, é boa altura para lhe calçar uns patins... que também são um óptimo presente e muito útil). No fundo, são os preliminares muito comodamente embrulhados e pendurados ao peito. Palavra-chave: peito.
Alternativamente, em vez de pendente, pode-se oferecer um broche. Aí... bem, aí não há grande margem para interpretações porque só consigo ver uma palavra-chave...
Ora parece que é tradição (se é que uma moda recente e importada pode ser chamada tradição, mas adiante) oferecer cenas à "mais que tudo" (também não entendo o conceito, porque "tudo" é muita coisa, mas passemos também adiante!). Ora eu acho que a oferecer, tem que ser coisas úteis e/ou que nos ajudem a atingir um objectivo. Vai daí, aqui está a minha sugestão.

Et voilá, um pendente! É útil, decorativo e ajuda a atingir um objectivo. Dois, aliás: o "lets fuck" propriamente dito e o ver se a "mais que tudo" (não estou mesmo convencida com a expressão) tem sentido de humor (se não tem, é boa altura para lhe calçar uns patins... que também são um óptimo presente e muito útil). No fundo, são os preliminares muito comodamente embrulhados e pendurados ao peito. Palavra-chave: peito.
Alternativamente, em vez de pendente, pode-se oferecer um broche. Aí... bem, aí não há grande margem para interpretações porque só consigo ver uma palavra-chave...
Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012
Salazar é...
Não tenho grande paciência para o Bloco de Esquerda. Pronto, está dito!
Declaração de interesses feita, o Pedro Santana Lopes também não está na minha lista de pessoas preferidas (não acho que ele se importe muito, mas pronto). Mas hoje subiu uns pontos na minha consideração, apesar de ter ficado um pouco aquém.
Sucede que o Fernando Rosas, mostrando os seus fraquinhos e mal educados espinhos solta um desdenhoso (e ele sabe falar de outra maneira?) "parece o Salazar a falar".
E aí é que que o Santana esteve mal! Começou bem, encrespou-se, falou-lhe alto e cuspiu um "Salazar é a tua tia".
Então no que é que ele falhou?
Bem, foi muito lisboeta! "Salazar é a tua tia"... pá... fraquinho! Falta-lhe impacto! Se fosse um homem do Norte diria qualquer coisa como "Salazar é a p** que te pariu". E pronto, estava arrumado! Knock out técnico! Um pouco como a outra que derrotou a campeã do mundo em 9 segundos.
Mas pronto, talvez fosse um pouco forte. Alternativas?
- Salazar é o teu cheiro a sovaco ao fim do dia!
- Salazar é uma ponte, eu sou 25 de Abril, pá!
- Salazar era o que chamavas à menina de corpete de couro que te flagelava com um chicote enquanto te obrigava a lamber-te as botas ontem à noite!
- Salazar é a tua falta de imaginação para chamar aos outros quando não tens mais que dizer!
- Salazar é o teu único neurónio que ainda não queimou com o vermelho do teu cérebro!
E mais? Ajudem-me aqui a armar o Pedro Santana Lopes de outros (digamos) argumentos de mais peso.
Aqui entre nós, prefiro a forma nua a muito crua à moda do norte! Mas isso sou eu.
Declaração de interesses feita, o Pedro Santana Lopes também não está na minha lista de pessoas preferidas (não acho que ele se importe muito, mas pronto). Mas hoje subiu uns pontos na minha consideração, apesar de ter ficado um pouco aquém.
Sucede que o Fernando Rosas, mostrando os seus fraquinhos e mal educados espinhos solta um desdenhoso (e ele sabe falar de outra maneira?) "parece o Salazar a falar".
E aí é que que o Santana esteve mal! Começou bem, encrespou-se, falou-lhe alto e cuspiu um "Salazar é a tua tia".
Então no que é que ele falhou?
Bem, foi muito lisboeta! "Salazar é a tua tia"... pá... fraquinho! Falta-lhe impacto! Se fosse um homem do Norte diria qualquer coisa como "Salazar é a p** que te pariu". E pronto, estava arrumado! Knock out técnico! Um pouco como a outra que derrotou a campeã do mundo em 9 segundos.
Mas pronto, talvez fosse um pouco forte. Alternativas?
- Salazar é o teu cheiro a sovaco ao fim do dia!
- Salazar é uma ponte, eu sou 25 de Abril, pá!
- Salazar era o que chamavas à menina de corpete de couro que te flagelava com um chicote enquanto te obrigava a lamber-te as botas ontem à noite!
- Salazar é a tua falta de imaginação para chamar aos outros quando não tens mais que dizer!
- Salazar é o teu único neurónio que ainda não queimou com o vermelho do teu cérebro!
E mais? Ajudem-me aqui a armar o Pedro Santana Lopes de outros (digamos) argumentos de mais peso.
Aqui entre nós, prefiro a forma nua a muito crua à moda do norte! Mas isso sou eu.
Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
Às vezes a realidade é mais estranha que a ficção...
Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
A genética é um lugar estranho
Já tinha tecido considerações pouco abonatórias em relação à genética antes. Mas pronto, acidentes acontece e um indivíduo que não tem uma molécula de beleza no corpo pode eventualmente gerar uma filha lindíssima! De novo, acontece! Chamemos-lhe um acidente de percurso.
Quando vi a foto deste cidadão pensei que o pai dele deveria ter feito mais filhos, porque claramente sabia o que estava a fazer!
Dou-vos três hipóteses para a paternidade deste cidadão com aspecto tão saudável, brilhante e activista dos direitos humanos e conselheiro da Hillary Clinton:
1. O Daniel Craig;
2. O Brad Pitt;
3. O Woody Allen.


É claro como a água que o Woody Allen não pode ser! Pois bem... mas é ele o pai da criatura! Tudo bem, a mãe é a lindíssima, terna e generosa Mia Farrow, mas era mais provável o Steve Tyler ter uma filha bonita do que "aquela coisa" ter um Adonis daqueles! Embora com o ar angelical e doce da mãe!
E pronto... às vezes a natureza prega-nos destas partidas... pena não ser mais vezes!
Quando vi a foto deste cidadão pensei que o pai dele deveria ter feito mais filhos, porque claramente sabia o que estava a fazer!
Dou-vos três hipóteses para a paternidade deste cidadão com aspecto tão saudável, brilhante e activista dos direitos humanos e conselheiro da Hillary Clinton:
1. O Daniel Craig;
2. O Brad Pitt;
3. O Woody Allen.


É claro como a água que o Woody Allen não pode ser! Pois bem... mas é ele o pai da criatura! Tudo bem, a mãe é a lindíssima, terna e generosa Mia Farrow, mas era mais provável o Steve Tyler ter uma filha bonita do que "aquela coisa" ter um Adonis daqueles! Embora com o ar angelical e doce da mãe!
E pronto... às vezes a natureza prega-nos destas partidas... pena não ser mais vezes!
Domingo, 22 de Janeiro de 2012
One of those life-changing moments...
É daquelas coisas que me tem invadido a massa cinzenta: de vez em quando a vida acontece-me. Vou a algum sítio, inicio uma actividade, conheço alguém e mais tarde apercebo-me que naquele momento ou conjunto de momentos a minha vida acabou de mudar. De uma maneira ou de outra, por vezes de mais que uma até. Por vezes para muito melhor. Porque, como dizia Einstein, uma mente, depois de aberta, nunca mais volta ao tamanho original (e o Castelo Branco corrobora: um cú também não).
Ia eu em direcção ao meu cavalo branco (109 cavalos, para ser mais precisa, e é cinzento e diesel), com o intuito de me fazer à estrada e rumar ao pôr do sol (às 11 da noite estava mais que posto, mas pronto) quando me chamou a atenção uma música que saía de um café/bar/clube, com um nome curioso e inesquecível. Mas confesso que de repente me falha o nome.
E ocorreu-me que às vezes somos confrontados com a decisão de parar, entrar ou continuar à nossa vidinha. Uma dessas decisões pode trazer um desses momentos que mudam a nossa vida.
... entro ou não entro? Que pessoas e mistérios se esconderiam por detrás daquelas portas? Entrei! Sou uma mulher de decisões.
O espaço não era grande, as mesas eram pequenas, as pessoas poucas. Olhei para a frente, havia um jardim. A porta fechada, porque realmente com aquele frio não dá para estar lá fora. Passei ao primeiro piso.
No primeiro piso uma porta fechada, um acesso a um outro piso com uma corrente. Olho para a esquerda e vejo a casa de banho dos homens e de repente a "próstata" dá-me sinal e concluo muito rapidamente que tenho que ir satisfazer uma necessidade fisiológica por demais elementar.
"Onde é a casa de banho das senhoras?"
"Desce ao piso de baixo, vira à esquerda e depois é logo ali à direita."
Desço, sigo as instruções e nada de casa de banho. Saio pela porta fora, aflitinha para fazer chichi, meto-me no carro e aguento até casa.
Moral da história: há aqueles momentos que mudam a nossa vida e aqueles que não. Este pertenceu à segunda categoria. Também tenho os meus momentos de tédio...
Ia eu em direcção ao meu cavalo branco (109 cavalos, para ser mais precisa, e é cinzento e diesel), com o intuito de me fazer à estrada e rumar ao pôr do sol (às 11 da noite estava mais que posto, mas pronto) quando me chamou a atenção uma música que saía de um café/bar/clube, com um nome curioso e inesquecível. Mas confesso que de repente me falha o nome.
E ocorreu-me que às vezes somos confrontados com a decisão de parar, entrar ou continuar à nossa vidinha. Uma dessas decisões pode trazer um desses momentos que mudam a nossa vida.
... entro ou não entro? Que pessoas e mistérios se esconderiam por detrás daquelas portas? Entrei! Sou uma mulher de decisões.
O espaço não era grande, as mesas eram pequenas, as pessoas poucas. Olhei para a frente, havia um jardim. A porta fechada, porque realmente com aquele frio não dá para estar lá fora. Passei ao primeiro piso.
No primeiro piso uma porta fechada, um acesso a um outro piso com uma corrente. Olho para a esquerda e vejo a casa de banho dos homens e de repente a "próstata" dá-me sinal e concluo muito rapidamente que tenho que ir satisfazer uma necessidade fisiológica por demais elementar.
"Onde é a casa de banho das senhoras?"
"Desce ao piso de baixo, vira à esquerda e depois é logo ali à direita."
Desço, sigo as instruções e nada de casa de banho. Saio pela porta fora, aflitinha para fazer chichi, meto-me no carro e aguento até casa.
Moral da história: há aqueles momentos que mudam a nossa vida e aqueles que não. Este pertenceu à segunda categoria. Também tenho os meus momentos de tédio...
Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
11-11-11, National Spooning Day!
O país não pode estar assim com uma crise tão grande, a partir do momento em que na TSF, no noticiário das 8 da madrugada a primeira notícia era de que hoje é dia 11-11-11. Vai daí, puseram uma numeróloga (numerologista, numerófila, numeréfila, numerista... whatever!!) a dizer que são dois "1" que estão virados um para o outro e que não sei quê e que podem estar em paz ou em guerra.
Pois eu cá para mim acho que a responsabilidade de termos números virados uns para os outros ou contra é coincidência da data e de termos adoptado a numeração árabe, mas o que é que eu percebo disso? Quem percebe disso é o Carlos Fiolhais, que está convencido que hoje se celebram os 100 anos do armistício da 1ª Guerra Mundial, que aconteceu a 11-11-2011 (entretanto corrigiu para 1911), às 11:10 h (????). E eu que andava enganadinha a pensar que a 1ª Guerra Mundial tinha sido de 1914-18, mas pronto, o que é que eu percebo disso?
Mas já que estamos a falar de disparates, e uma vez que eu sou a raínha dos disparates, aproveito para dizer que a númerol... ógila está errada: os números não estão virados um para o outro, mas o da frente está de traseiro para o segundo. Vai daí, estão a fazer "Spooning". Ou seja, hoje, o dia de São Martinho, é o National Spooning Day. Que tem vantagem sobre o 1-11-11 mais um número emparceirado, a presença de castanhas assadas e a ausência de putos e graúdos vestidos de bruxas e vampiros a pedir doçuras e/ou a fazer tristes figuras.

Além de não fazer mal aos dentes, ao contrário do 1-11-11, o spooning é uma prática saudável, limpinha e que tanto dá para o antes, durante como o depois do sexy time e, ao contrário do que parece indicar a imagem abaixo, não há maneiras erradas de o fazer. E quem não tiver colheres, come à mão. O Brad Pitt, claro! Ou quem der mais jeito!
Pois eu cá para mim acho que a responsabilidade de termos números virados uns para os outros ou contra é coincidência da data e de termos adoptado a numeração árabe, mas o que é que eu percebo disso? Quem percebe disso é o Carlos Fiolhais, que está convencido que hoje se celebram os 100 anos do armistício da 1ª Guerra Mundial, que aconteceu a 11-11-2011 (entretanto corrigiu para 1911), às 11:10 h (????). E eu que andava enganadinha a pensar que a 1ª Guerra Mundial tinha sido de 1914-18, mas pronto, o que é que eu percebo disso?
Mas já que estamos a falar de disparates, e uma vez que eu sou a raínha dos disparates, aproveito para dizer que a númerol... ógila está errada: os números não estão virados um para o outro, mas o da frente está de traseiro para o segundo. Vai daí, estão a fazer "Spooning". Ou seja, hoje, o dia de São Martinho, é o National Spooning Day. Que tem vantagem sobre o 1-11-11 mais um número emparceirado, a presença de castanhas assadas e a ausência de putos e graúdos vestidos de bruxas e vampiros a pedir doçuras e/ou a fazer tristes figuras.

Além de não fazer mal aos dentes, ao contrário do 1-11-11, o spooning é uma prática saudável, limpinha e que tanto dá para o antes, durante como o depois do sexy time e, ao contrário do que parece indicar a imagem abaixo, não há maneiras erradas de o fazer. E quem não tiver colheres, come à mão. O Brad Pitt, claro! Ou quem der mais jeito!
Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011
Generalidades sobre as férias e diversos
1. Sabem quando um gajo vai a uma cagadeira de um aeroporto ou centro comercial, faz o que tem a fazer, mete a mão no dispensador de papel higiénico e saem... daqueles guardanapinhos irritantes, que temos que enfiar aí uns 10 na mão para ter a certeza de que não há um acidente grave? Pois eu queria conhecer o inventor desses guardanapinhos para recriar a cena de um filme. Concretamente, "O cozinheiro, o ladrão, a mulher dele e o amante dela", na cena em que os capangas do ladrão lhe enfiam folhas de livros pela garganta abaixo até o matarem. Queria ver se funcionava com aqueles guardanapinhos idiotas, ou então se ao menos o impedia de ter mais "boas ideias". Pois estive num aeroporto em que tinha 5 dispensadores desses em filinha! É como uma exposição de péssimas ideias, mas no sítio adequado e com a justa homenagem! Agora me ocorre também a cena da carne podre na carrinha frigorífica e das varejeiras com os amantes dentro da carrinha... nús! Eu quando era culta via uns filmes engraçados!
2. Passei por um carro em exposição com a etiqueta do preço: € 120 000. Pensamento nº 1: fogo, este carro é do preço de uma casa! Pensamento nº 2: não é o carro que é caro, são as casas em que estás a pensar que são muito baratas!
3. Usei pela primeira vez a expressão "I don't think my insurance covers that" como desculpa para não fazer uma actividade mais radical dentro de outra radical que estava a fazer. Vale o que vale, eu gostei de usar essa expressão! Sou uma alma simples.
4. Durante as férias, é possível que o meu pensamento mais profundo tenha sido "raios, há pessoal que no facebook nunca diz nada, só dá "likes"". Assim se sabe que se está a descansar. O facto de ainda estar a matutar no asssunto já é ligeiramente mais preocupante.
5. É duvidosa a validade da escolha de um livro melancólico como leitura de férias.
6. Voar no dia 11 de Setembro... no 10º aniversário ... quer dizer... será sensato? Interrogava-me eu e partilhava o meu pensamento com um israelita (povo pacífico!) muito simpático (acabadinho de conhecer) no aeroporto quando ele põe tudo em perspectiva: é o dia melhor, porque está tudo atento à mínima coisa (menos ao iogurte sobredimensionado que eu contrabandeei, completamente de propósito, precisamente a ver se passava). Depois põe-se a contar a história de um amigo que levou uma arma "sem querer" (!!!!!) de Israel para a Turquia e só se deu conta quando ia regressar, e foi preso. E eu não inventei esta história: não teria inspiração para tanto! À hora de fecho desta emissão não se sabia ainda se o israelita teria sido já libertado.
7. Em "diversos", morreu o actor que fazia o papel de Sparta-cus. Acho que foi uma péssima ideia e declaro assim o meu protesto.
2. Passei por um carro em exposição com a etiqueta do preço: € 120 000. Pensamento nº 1: fogo, este carro é do preço de uma casa! Pensamento nº 2: não é o carro que é caro, são as casas em que estás a pensar que são muito baratas!
3. Usei pela primeira vez a expressão "I don't think my insurance covers that" como desculpa para não fazer uma actividade mais radical dentro de outra radical que estava a fazer. Vale o que vale, eu gostei de usar essa expressão! Sou uma alma simples.
4. Durante as férias, é possível que o meu pensamento mais profundo tenha sido "raios, há pessoal que no facebook nunca diz nada, só dá "likes"". Assim se sabe que se está a descansar. O facto de ainda estar a matutar no asssunto já é ligeiramente mais preocupante.
5. É duvidosa a validade da escolha de um livro melancólico como leitura de férias.
6. Voar no dia 11 de Setembro... no 10º aniversário ... quer dizer... será sensato? Interrogava-me eu e partilhava o meu pensamento com um israelita (povo pacífico!) muito simpático (acabadinho de conhecer) no aeroporto quando ele põe tudo em perspectiva: é o dia melhor, porque está tudo atento à mínima coisa (menos ao iogurte sobredimensionado que eu contrabandeei, completamente de propósito, precisamente a ver se passava). Depois põe-se a contar a história de um amigo que levou uma arma "sem querer" (!!!!!) de Israel para a Turquia e só se deu conta quando ia regressar, e foi preso. E eu não inventei esta história: não teria inspiração para tanto! À hora de fecho desta emissão não se sabia ainda se o israelita teria sido já libertado.
7. Em "diversos", morreu o actor que fazia o papel de Sparta-cus. Acho que foi uma péssima ideia e declaro assim o meu protesto.
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
Spartacus, ou o declínio das mamas
O sexo vende. É uma daquelas verdades insofismáveis, explorada até à náusea primeiro por profissionais do sector propriamente dito, depois pelo pessoal criativo (artistas, publicitários e diversos) e finalmente pelas notícias.
Simplesmente, quando se trata de objecto em si, normalmente nós, é mais mamas. Enquanto não chega Abobrinha - the Movie, o Abobrinha - the Blog tem sido um grande divulgador da glândula mamária para fins diversos (algures entre o desbloqueador de conversa e o "porque sim"). A Abobrinha, a pessoa, é divulgadora da coisa mais na óptica do portador (via decotes), mas é conversa para a vida real, não para aqui.
Mas o que vos trago, meus caros, é a notícia do declínio das mamas enquanto objecto artístico e outros. Mais: uma nova ordem mundial se adivinha. Trata-se da ordem da nádega! Com consequências imprevisíveis, nomeadamente na indústria do silicone para uso médico-estético.
Gluteus Maximus podia até ser uma das personagens do Spartacus - sangue e arena, uma série que tem dado emprego a um rebanho de homens com um aspecto muito saudável, entre outras coisas por não terem tosse. Os que têm, normalmente são imediatamente limpos da mesma, regra geral via uma lâmina de uma ou duas espadas de gladiador. Se bem que "limpos" é para ser entendido no sentido lato da coisa, porque normalmente a operação de limpeza da tosse envolve muito sangue e muito explícito. Como todos nós gostamos. Porque a violência gratuita, como sabemos, também vende! ... quer dizer... vende... gratuita... bem, adiante, vocês sabem o que é que eu quero dizer!
Dizia eu que Gluteus Maximus podia ser um personagem, e não só um músculo. E de certo modo até é! Isto juntamente com o vizinho da frente, o Phalus Maximus, o verdadeiro, que também tem tido bastante visibilidade na série (como podem verificar na foto abaixo, nos quadradinhos inferiores!). Arriscaria dizer que os vários pares de Gluteus Maximus são o par de bochechas com mais tempo de antena na série, e acho que não ando muito longe da verdade. E, como não se pode ter tudo, entre a violência excessiva (salvo o mau português, eu diria mesmo "muito excessiva"), corpos oleados e sem um único pêlo, nádegas e falos ao léu, quem é que se lixou? A mama, que não tem a exposição que costumava! É o declínio do reino da mama, meus caros!
E justamente quando eu pensava que alguém se teria esquecido de que tudo isto é uma estética muito gay, descubro que tem uma personagem que atraca de ré. Mormente na ré de outro cidadão que tem muito bom aspecto, mas que não sei o que lhes aconteceu porque nos dois episódios que falhei desapareceram. Normal: a série parece ter uma rotação de stock muito grande, só com dois pares de nádegas residentes. A saber a do Sparta-cus, que também tem as outras duas bochechas de cima muito simpáticas e um outro personagem mais tipo armário e que me falha o nome (Crixus ou assim uma coisa).
E o porquê desta sobre-exposição posterior? Ora bem: Sparta... cus... entendem? Sparta-cus! E não Sparta-boobs, que seria a versão Abobrinha da coisa! É uma questão de nome! Para ficar chique eu citaria agora Shakespeare e diria "what's in a name? A rose by any other name would smell as sweet", mas perante a proximidade do ânus não me parece nada bem. Ou seja, outra vantagem das mamas: não cheiram nem ficam perto de nada remotamente nojento!
Pela minha parte, não olho para o lado quando há aquele festival de Sparta-cus na televisão, mas de facto não é assim a minha especialidade! Mas estejam descansados, porque o Abobrinha compromete-se a divulgar mamas sem precisar de um motivo para isso! Mas hoje não: só mesmo para desenjoar!
Simplesmente, quando se trata de objecto em si, normalmente nós, é mais mamas. Enquanto não chega Abobrinha - the Movie, o Abobrinha - the Blog tem sido um grande divulgador da glândula mamária para fins diversos (algures entre o desbloqueador de conversa e o "porque sim"). A Abobrinha, a pessoa, é divulgadora da coisa mais na óptica do portador (via decotes), mas é conversa para a vida real, não para aqui.
Mas o que vos trago, meus caros, é a notícia do declínio das mamas enquanto objecto artístico e outros. Mais: uma nova ordem mundial se adivinha. Trata-se da ordem da nádega! Com consequências imprevisíveis, nomeadamente na indústria do silicone para uso médico-estético.
Gluteus Maximus podia até ser uma das personagens do Spartacus - sangue e arena, uma série que tem dado emprego a um rebanho de homens com um aspecto muito saudável, entre outras coisas por não terem tosse. Os que têm, normalmente são imediatamente limpos da mesma, regra geral via uma lâmina de uma ou duas espadas de gladiador. Se bem que "limpos" é para ser entendido no sentido lato da coisa, porque normalmente a operação de limpeza da tosse envolve muito sangue e muito explícito. Como todos nós gostamos. Porque a violência gratuita, como sabemos, também vende! ... quer dizer... vende... gratuita... bem, adiante, vocês sabem o que é que eu quero dizer!
Dizia eu que Gluteus Maximus podia ser um personagem, e não só um músculo. E de certo modo até é! Isto juntamente com o vizinho da frente, o Phalus Maximus, o verdadeiro, que também tem tido bastante visibilidade na série (como podem verificar na foto abaixo, nos quadradinhos inferiores!). Arriscaria dizer que os vários pares de Gluteus Maximus são o par de bochechas com mais tempo de antena na série, e acho que não ando muito longe da verdade. E, como não se pode ter tudo, entre a violência excessiva (salvo o mau português, eu diria mesmo "muito excessiva"), corpos oleados e sem um único pêlo, nádegas e falos ao léu, quem é que se lixou? A mama, que não tem a exposição que costumava! É o declínio do reino da mama, meus caros!
E justamente quando eu pensava que alguém se teria esquecido de que tudo isto é uma estética muito gay, descubro que tem uma personagem que atraca de ré. Mormente na ré de outro cidadão que tem muito bom aspecto, mas que não sei o que lhes aconteceu porque nos dois episódios que falhei desapareceram. Normal: a série parece ter uma rotação de stock muito grande, só com dois pares de nádegas residentes. A saber a do Sparta-cus, que também tem as outras duas bochechas de cima muito simpáticas e um outro personagem mais tipo armário e que me falha o nome (Crixus ou assim uma coisa).
E o porquê desta sobre-exposição posterior? Ora bem: Sparta... cus... entendem? Sparta-cus! E não Sparta-boobs, que seria a versão Abobrinha da coisa! É uma questão de nome! Para ficar chique eu citaria agora Shakespeare e diria "what's in a name? A rose by any other name would smell as sweet", mas perante a proximidade do ânus não me parece nada bem. Ou seja, outra vantagem das mamas: não cheiram nem ficam perto de nada remotamente nojento!
Pela minha parte, não olho para o lado quando há aquele festival de Sparta-cus na televisão, mas de facto não é assim a minha especialidade! Mas estejam descansados, porque o Abobrinha compromete-se a divulgar mamas sem precisar de um motivo para isso! Mas hoje não: só mesmo para desenjoar!
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