terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Macaquinhos de imitação
"Estudo publicado na “PLoS Biology”
Os macacos também sabem somar"
"Os macacos sabem fazer contas de somar de cabeça tão bem como qualquer estudante universitário [...]
A equipa testou quatro macacas “rhesus”. Quanto aos humanos, escolheram-se 14 estudantes da Universidade de Duke [...]
Os humanos acertaram em 94 por cento das vezes, contra 76 por cento nos macacos, mas o tempo de resposta foi idêntico em ambas as espécies (cerca de um segundo). "
Jovem, se estiveres a pensar candidatar-te à universidade de Duke... começa a considerar alternativas!
"este resultado significa que humanos e macacos terão partilhado um antepassado que já possuía noções básicas de aritmética"
Não! Este resultado revela os dramáticos e perniciosos efeitos do consumo excessivo de bananas pela população universitária de Duke. Carago, 14 estudantes universitários não dão uma cabazada em 4 macacos? E na volta os macacos eram de Letras!
Jovem, consome bananas com moderação e com os cuidados enunciados pela Abobrinha no post anterior! Um dia destes vais ver que parte deste problema se deve a falta de sexo... das bananas! Confuso? É mais simples do que parece. I'll be back soon for another cartoon!
Votação
- 32 votos no total
- Lidera sem contestação o Sr. José Castelo Branco com 18 votos (56%)
- Floribella/Luciana Abreu vai num honroso (ou horroroso) 2º lugar com 7 votos (21%)
- João Pedro Pais e Abobrinha estão empatados em 3º lugar com 5 votos, ou seja, 15%
- O Sr. Professor António de Oliveira Salazar está em 4º lugar com uns míseros 4 votos (12%)
- Ninguém deu importância à Micas. Possivelmente nem ela mesma!
A conclusão que se tira é que eu não tenho tanta sensibilidade para o Marketing como pensava. De outro modo, teria acabado com a porra da votação há muito, que já mete nojo!
Sugestões para prémios? Recordo que a votação acaba na véspera de Natal!
Bananas, carraças e baratas– parte 1
Então regressemos à magna e candente questão da relação entre bananas, carraças e baratas. Qual é e qual a importância sociológica e filosófica? Nenhuma!
Já que não têm relação absolutamente nenhuma, abordemos os assuntos separadamente. Comecemos por abordar as carraças e as baratas: há um aceso debate sobre qual das duas é mais parecida com o pavilhão Atlântico quando cruzado com um OVNI, mas esse assunto parece de discussão pacífica em certas condições ditadas por uma leguminosa refilona com um aspecto enganador a um designer que não se acha do tipo baunilha mas mais banana split. E pronto, estamos conversados sobre carraças e baratas. Vamos às bananas, que é muito mais interessante e é relevante para a conversa com o designer.
Para começar não sei se as bananas existem, porque não têm um blogue. Como pobre substituto, têm um site. Lá podem saber toda a seca nutricional e histórica sobre as bananas. Se a vossa vida social estiver assim tão fraca, recomendo uma visita. De outro modo, sigam o meu raciocínio. Aviso já que nem eu mesma sei exactamente onde é que isto vai parar! Mas não há-de ser a grande sítio.
Parece claro que não há quem não saiba distinguir uma banana, dada a sua coloração, odor e forma características. De facto, qualquer ser pensante sabe isso mesmo!
É sabido ainda que a banana tem uma conotação sexual imediata. Não sei porquê, mas estas imagens podem dar uma pista. 

Nessa altura, isto é strip-tease e a imagem abaixo uma dança que vai acabar com o banano a comer a banana (de qualquer modo alguém vai acabar a comer os dois, o que pode ser considerado swinging ou simplesmente canibananismo).


Sendo assim, pode optar-se por sexo desprotegido. Depois do orgasmo a coisa pode parecer-se com isto... natas... é a tal coisa... há coisas muito iguais entre espécies! Porcaria!

O sexo protegido já é mais estético e continua uma moca!


E para quem duvida da versatilidade da banana, cá temos um inequívoco 69! Eu acabei por não contar a anedota do 69, pois não? Não interessa, não vamos desconversar!

A ideia de comer uma banana suscita em quase todos os homens um misto de emoções. Por um lado reconhecem o valor nutricional (pois...), mas por outro lado o aspecto fálico fá-los (mmmm... boa!) recuar (mas com o rabo contra a parede, por via das dúvidas: o mundo está perigoso e não se pode facilitar!). Pior que isso só um calipo ou um pirulo! Não temam: a Abobrinha resolveu o assunto. Um site ensina homens a comer bananas sem perder a dignidade:
1. Cortar a banana e misturar com cereais. Isto elimina a natureza fálica da coisa;
3. Nunca coloque a banana toda na boca. Em vez disso corte pedaços e vá-os colocando na boca.
Aposto que nunca tinham pensado nisto! Uma das razões é porque... não interessa ao menino Jesus nem à vaquinha do presépio! Ou seja, se nunca tinham pensado nisso é bom sinal: revela a vossa inteligência e que têm mais que fazer!
Uma mulher a comer bananas é outra história... mas isso é para amanhã...
Vamos ainda descobrir que a virilidade da banana... é só um embuste bem montado!

E não faço ideia porque é que acrescentei esta imagem, mas achei o máximo!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Carta ao Pai Natal - parte 5
"Para Helena Vilela, terapeuta do Instituto Kaplan de Estudos Sobre a Sexualidade, a masturbação "ainda é um tema tabu" na nossa sociedade e as dúvidas continuam a existir entre adolescentes e adultos. A especialista decidiu desfazer alguns mitos."
O Público noticia a descoberta de um rato enormesco na Indonésia. Não sei se as fêmeas terão grande saída: as pequeninas costumam ser mais procuradas. E depois, "Bruce Beehler, vice-presidente da Conservação Internacional, considerou “tranquilizador saber que existe na terra um lugar assim isolado que permite a conservação da natureza selvagem”"... só um ecologista para ficar tão excitado com um rato!
Pai Natal, se estavas a perguntar... sim, este é um post para encher chouriços porque estou um bocado à míngua em termos de imaginação e as audiências estão a cair! Isto de uma por dia dá cabo de uma gaja e eu ando meia loura!
Abobrinha
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Dois destaques para dois cientistas nacionais
Ontem, por acaso, ambos optaram por posts light. Ou seja, que não engordam (mesmo quando consumidos em excesso), o que é excelente para a altura do ano que se avizinha. Não que os light deles sejam menos interessantes que os outros, mas só hoje me apeteceu fazer a ligação. Abobrinha é de humores... mmm... deixem-me mudar isso para temperamental, porque se coaduna mais com um gesto de diva que tive um dia destes mas que não é relevante para o caso. E de qualquer modo é mais compatível com a fama de refilona.
Assim, o Luís faz aqui uma incursão no humor sem perder o rigor e simultaneamente mostrando a sua sabedura. E diz ele que isto foi uma rapidinha!
Pode-se argumentar que o Ludwig descobriu aqui uma nova espécie vegetal... bem... mais ou menos! De qualquer modo, é um vegetal de categoria! Posso assegurá-lo por experiência própria, se bem que posso estar a ser tendenciosa.
Com argumentos destes, posso afirmar categoricamente que o que é nacional é bom. Claro que não é por estes posts em particular, mas por tudo o resto.
Aviso à navegação: estes dias prevejo que isto vá estar paradote, mas não se preocupem porque é só por bons motivos. A parte boa é que o badalhocómetro está... a marinar... a marinada é uma técnica culinária que dá resultados deliciosos... ... ...
Uma vénia a um cientista honesto!
Onde "mora": http://www.stats.ox.ac.uk/~harding/index.htm
Feliz ou infelizmente, a componente científica deste post vai ser reduzida. Felizmente porque a densidade de informação foi imensa e extremamente honesta. Infelizmente porque a maioria do que a Rosalind Harding disse me passou ao lado porque não sou competente para acompanhar tudo o que ela disse.
Esta série de 4 conferências teve obviamente o seu ponto baixo com o Tim Crow (como expliquei anteriormente aqui) que é de Oxford como a Rosalind. Lá está: uma figueira dá muitos ramos! A quem interessar, o post a que faço referência tem um comentário recente de outra pessoa que lá esteve e achou o mesmo que eu e ainda mais, pelo que recomendo a leitura.
As duas primeiras conferências foram boas, mas um pouco pela rama. Um pouco mais divulgação científica, o que foi excelente também. Mas a Rosalind Harding falou quase como quem fala com os seus pares. Como não era o caso, fiquei pelo caminho na esmagadora maioria das coisas, mas não fiquei mais burra (muito pelo contrário). Este post é contrário à fama de refilona com que um grande pensador português me rotulou (isso! Dá graxa!): é um post de admiração pura e dura. Abobrinha não é só refilona!
Esta conferência tinha uma componente muito grande de genética, ao contrário da do Tim Crow. E, como o nome indicava, também atropológica. Fiquei logo de pé atrás porque pensei: lá vem mais um tocar mais que um instrumento que não domina. Mas não foi o caso.
A Rosalind Harding fez paralelos com os nossos primos mais próximos, os chimpanzés. Estes apresentam duas subespécies, muito parecidas entre si. Do mesmo modo poderiam o Neanthertal e o homem moderno ter coexistido (antes de o Neanthertal ter ido para o galheiro) como subespécies e não como espécies separadas. Palavra-chave: poderiam!
A apresentação de uma hipótese de que poderia ter havido mistura com os Neanthertais a dada altura, já fora de África, na migração para a Europa foi apresentada junto com a hipótese oposta. Quando questionada sobre isso, disse que não era uma certeza mas uma hipótese consistente com algumas observações para certos genes. Se a tendência durasse (palavras dela), ou seja, se o comportamento de mais genes fossem consistentes com essa observação, era era possível que essa hipótese tivesse pernas para andar. Mas se não, possivelmente não seria sustentável e cairia por terra porque só um par de genes ser consistente com aquela hipótese não seria suficiente para validar a hipótese.
Recordo que ela apresentou as duas hipóteses e exprimiu dúvida. A dúvida saudável do esperar para ver. De facto, quando questionada apresentou ainda mais dúvidas: não sabe se de facto o homem moderno e o Neanthertal eram subespécies ou espécies separadas sequer! Mas acha que poderão ter sido só subespécies. Pode ou não conseguir provar isso. E disse coisas como "não sei se algum dia poderemos saber isso" a respeito de qualquer coisa qualquer que não me lembro. É de gaja!
A elegância da apresentação da Rosalind foi ainda maior que a sua elegância física (e ela é muito elegante!). A argumentação com os moderadores (no caso só com o António Amorim, porque o Sobrinho Simões não a questionou) foi um espanto: de uma fluidez que o Tim Crow só pode sonhar para um dia, quando for grande! E pelos vistos estava adoentada! Faço ideia com o gás todo do que aquela mulher será capaz! Ela é que é a verdadeira refilona, e ainda por cima com um sorriso nos lábios!
Na discussão compreendi por que motivo o António Amorim estava tão abespinhado com quem questionava o Tim Crow: disse que não era darwiniano. Com uma apresentação darwiniana pura e dura (palavras dela), a Rosalind Harding candidatou-se a uma discussão muito acesa. E ficou por cima! Mas isso deduzo pela expressão do próprio António Amorim, que disse algo como que se rendia: a discussão deles mesmo eu não entendi porque era demais para mim. O que também não compreendi é o que é não ser darwiniano!
No capítulo de futilidades, a fotografia do site dela só lhe evidencia o enorme sorriso. Mas ela é muito mais bonita em pessoa (mas eu tenho uma coisa por ruivas). Mal abriu a boca também se notou que era ligeiramente sopinha de massinha... e mais australiana só se dissesse "G'day mate" e "Chee's Gov'ner". Ou seja, só aí marcou pontos! É que eu não sou superficial, mas tenho uma atenção muito grande a certos pormenores, e o sotaque é um deles.
Gostei! Senti-me ignorante mas no bom sentido: com vontade de aprender mais! E foi uma lição ver a honestidade intelectual de quem não acha que a dúvida é uma fraqueza. Pode parecer mais bombástico vir debitar postas de pescada e certezas, mas isso pode ter mau resultado quando se encontra um público mais esclarecido. Foi o caso do Tim Crow, que apanhou uma abada em Serralves (essencialmente dos arqueólogos)... mas que possivelmente nem sequer teve capacidade para encaixar isso, porque se refugia em "ah, isto é especulativo" (opinião de Moura, que comentou o meu post sobre o Tim Crow, e que eu subscrevo inteiramente).
Infelizmente acabaram as conferências de Biologia! Quero mais! Felizmente encontrei cosméticos da MAC. E não foi o Pai Natal que me ajudou!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Carta ao Pai Natal - parte 4
Hoje não tive tempo para fazer o post badalhocal que estou a planear, porque tive muito que fazer. Amanhã vai ser complicado porque além de prever mais trabalho ainda vou ter que ver quem é a senhora que vai dar a conferência em Serralves. Pá, isto está complicado. Eu sei que não existes, mas eu prometi-te uma por dia e não gosto de falhar.
Vai daí decidi contar-te os pontos altos do meu dia. Aqui vai disto:
1. Ouvir Aretha Franklin no carro de manhãzinha em altos berros acorda mais que café. Mesmo assim não me deu para me lembrar de telefonar a ninguém por causa da porra do portão encravado. Ou seja, tenho que aumentar a dose (de Aretha Franklin, que não vem mais café para esta mesa)
2. Vi um tipo que me deve dinheiro e a quem eu queria rebentar as trombas. Mas só o reconheci tarde demais, mas também cheguei à conclusão que não lhe podia rebentar as trombas, o que é uma grande chatice. Mesmo porque era exactamente isso que me apetecia.
3. Ouvi uma pessoa dizer PPD/PSD e a invocar o santo nome de Sá Carneiro ao vivo e a cores e não era o Santana Lopes. Nem queiras saber porquê nem quem (mormente porque não interessa ao menino Jesus nem à vaquinha do presépio).
4. Estive com uma jovenzinha de 50 anos ao frio a conversar de muita coisa. Como momento emblemático de uma conversa educativa e muito instrutiva defendia que para muitos homens um troço de couve pelo cú acima resolvia muita coisa. O mais giro é que se tivesse ouvido a conversa também concordavas. Isto no meio de muitas asneiras ditas a eito! Aliás, tenho passados estas últimas noites com mulheres muito caralhoeiras! Quer dizer, este “passar a noite” não é para ser levado literalmente. E se não tiras esse sorrisinho de “uaaaaaaaaaaaaaaaaaau! Fufas” da cara, tiro-to ao murro! Podes não existir, mas ficas sem os dentes na mesma.
O outro ponto alto foi quando tentou convencer dois sem abrigo que embora fosse melhor pedir que roubar, não era motivo para lhes dar dinheiro. E fê-lo a esbracejar mais do que eu, e é mais pequenina que eu ainda! Um deles a dada altura estava a passar-se porque queria dinheiro (primeiro 5 euros, depois 50 cêntimos, mas depois já queria 1, depois e e depois 3 euros. Se reparares, nos euros insistiu sempre em números primos). A dada altura o outro mandou-o calar e pediu desculpa que ele era maluco. Mas isto contado não tem piada: só visto mesmo! Teve imensa piada, mas agora estou com as mãos e os pés gelados, o que pode ter menos piada amanhã. Vamos a ver!
5. O Millenium BCP teve a lata de me dizer na primeira página do Público que faltam 19 dias para poupar nos impostos de 2007. A minha questão é: o que é que eles percebem de poupar? Aliás, o que é que eles percebem de dinheiro?
E de resto não se passou nada de interessante.
Olha, quero mudar a encomenda de cérebro suplente. Mesmo porque está visto que é difícil encontrar o da Paris Hilton. Quero o do Pedro Santana Lopes, porque também deve estar novo: disseram-me (agora tenho que me documentar) que ele levou uma cabazada do Sócrates em relação àquela cena das equivalências ao 9º ano à la minute. Não pode ser mérito do Sócrates, por lógica pura e simples: ninguém ganha um debate de educação por definição. Ou seja, a única explicação é que o Santana Lopes não usa o cérebro, pelo que o pode ceder aqui ao “je”. Quer dizer, a cabeça de cima não usa... a de baixo não estou interessada.
Já agora, não arranjas uma gaja que me saiba dizer uma loja onde há cosméticos da MAC? Isso é simples! Até um Pai Natal deve desenrascar uma coisa dessas! Claro que isto ser um blogue frequentado também por gajas pode dar o resultado pretendido sem a intervenção do Pai Natal. Mas decidi dar-te o benefício da dúvida. Vai-se a ver, um dia ainda te recomendo aos meus amigos por seres tão porreiraço e me escutares sem refilar.
Com os melhores cumprimentos
Abobrinha
P.S: Hoje não há fufas para ninguém
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Carta ao Pai Natal - parte 3
Este segundo post/carta (whatever, porque isso não interessa porque não existes e não mesmo) é uma rapidinha à base de imagens.
Hoje fiz uma nova amiga nem sei bem como, mas ela precisava de precisava de uma conversa e um apoiozinho porque uns meninos foram muito maus para ela. Eu mesma fiquei parva porque já tinha ouvido falar de casos assim, mas nunca ao vivo e a cores. Não te preocupes que não vou ligar o lamechómetro e falar da amizade e do apoio (se bem que a história do apoio vs carga rendeu algum peixe) e da solidariedade entre as mulheres (e não ponhas esse sorriso parvo que isto não tem nada que ver com fufas. Mais que não seja porque não existes, por isso não faz sentido). Vou ligar o badalhocómetro, mas ainda não em turbo. Isto ainda está só a aquecer, porque daqui ao Natal ainda falta um pedaço!
Daí que hoje não peço nada para mim. Hoje sinto-me justiceira! Hoje quero castigar os maus... e os bons! Mas de maneiras diferentes. Vamos lá ver!
Pai Natal, há meninos que não merecem prendas. Outros que merecem qualquer merda, por isso age em conformidade. Alivia-te! Aqui tenho pena de não existires, mas talvez se quiser com muita força se possa arranjar qualquer coisa.

Há meninos ainda que são marotos e têm que ser castigados se querem ter um presente.

Digo eu que o menino com o chicote também tem que ter uns quantos de pecados no lombo, porque eu não calçava aquela coisa nem que me pagassem. Nem falo no resto da figura, que isso é outra história inteiramente diferente.
Ser parola e vestir como uma parola também deverá ser severamente castigado.

Para isso, não será pior ideia chamar a polícia. A brigada paroleira.

A brigada de trânsito não faz bem parte deste rol de castigos, mas recomenda a segurança nos automóveis e promove o uso de dispositivos de seguraça activos e passivos. Não sei bem qual é o caso deste airbag, mas imagino que surjam umas teorias acerca do assunto. Ou isso ou um teclado por outro algures no mundo vai ser alagado por baba (se já não foi por esta altura). De qualquer modo, fica a sugestão aos fabricantes de automóveis. E aos de computadores: como fazer teclados à prova de baba.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Quinta-feira vou ver isto
Não creio que seja como a conferência do Tim Crow, mas eu depois conto.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Carta ao Pai Natal - parte 2
No seguimento da nossa conversa no post anterior (e estabelecido que está que não existes), venho por este meio pedir o seguinte:
1. Internet portátil mais rápida a preços mais módicos. E que não fique penosamente lenta, como se se estivesse num bunker nuclear quando se fecha as janelas para não se morrer congelada e ter um aquecimentozinho simpático ligado.
2. Um cérebro. Sim Pai Natal, um cérebro! Eu já tenho um (nem sempre se nota porque é muito discretinho e tímido), mas anda um bocadinho gasto. Como tenho um disco duro suplente para guardar o que tenho no computador, pensei (com o meu cérebro gasto) arranjar um cérebro suplente. Já te poupei trabalho e até já o escolhi: o da Paris Hilton! É perfeito: pequenino, portátil, com pouco uso e nem sequer lhe faz falta.

3. Que as pessoas amem e respeitem as árvores e não abusem delas para coisas tão kitsch como árvores de Natal. Dito isto, também não é preciso chegar a certos exageros.

4. Que não sejas tão exibicionista. Mais: que POR FAVOR não sejas exibicionista! E uma coisa: sapatilhas com roupão não está com nada! Não te fazia mal nenhum ler umas revistinhas de moda! Por outro lado, se alguém tinha dúvidas que o homem tem um antepassado comum com os restantes símios, acho que a dúvida ficou desfeita. Foste tu e o Zé Diogo dos Gato Fedorento, mas não vamos desconversar. Mesmo porque ele só vestiu uma farpela ridícula de lutador de wrestling e vai tendo alguma piada (apesar de falar à sopinha de massinha e provavelmente não ter dado conta).

Por hoje é tudo. Além de não querer abusar, ainda tenho uma roupinha para passar a ferro. E não, a tábua de engomar não é a fulana da Letra L, se era isso que estavas a pensar!

Melhores cumprimentos
Abobrinha


