sábado, 6 de outubro de 2007

"Chupa-me meu boi" e outras histórias sobre a interacção oral na alcova

Preclaros e preclaras

Este é o meu 100º post! Fantástico... como é que consegui escrever 100 postas de disparates (comentários excluídos) e ter quem me lesse! Como este blogue nasceu do Roupa Para Lavar, o blogue onde tudo pode acontecer, decidi eleger para título do 100º post o título que o Jorge Fiel prometeu mas não cumpriu, escolhendo um mais "neutro" como "A problemática da vocalização durante a cópula". E ainda conseguiu chegar a 99 posts sem usar uma única vez a palavra "mamas" no título. O que não seria grave, se não tivesse usado todas as outras. É uma mancha no currículo, mas há pior!

No post "A problemática da vocalização durante a cópula", o auto-proclamado genial inventor da Roupa Para Lavar descreve as desventuras de um ex-colega de trabalho, incomodado com um entusiástico "chupa-me boi!" que ainda por cima lhe metia impressão pelo errado da coisa (e pelo facto de conseguir ouvir isso através da parede, como se estivesse na casa dos vizinhos). Pensava ele que um boi era incapaz de chupar. Ora respondi eu:

"Guru

O seu preclaro ex-colega estava mal informado em relação aos bois. Não o censuro, dado que as (ahem) vocalizações alheias são capazes de dar cabo dos nervos e mesmo do discernimento de qualquer um. Fica a saber que os bois e suas companheiras não só chupam como lambem e têm uma língua muito grande e forte. Nada mau para um vegetariano! Viver num meio semi-rural tem estas coisas.

Só para apagar o fogacho de quem esteja já mais entusiasmado, não se ensaiam nada de se cagar pelas pernas abaixo e usar a causa como limpa-pára-brisas! Além disso, como têm não sei quantos estómagos (3 ou 4?) também estão sempre ou a comer em primeira mão (a ervinha propriamente dita) ou em segunda mão naquela de "olha, aquela ervinha que ontem comi às 10:34 ao pé daquela macieira soube-me mesmo bem. Apetece-me mais um bocadinho!". E pimba! Toca de ir ao estómago que está mais à mão para a ir mastigar! Dito isto, têm uns olhos lindos e húmidos um focinho amoroso!

Os roedores é que têm particularidades curiosas, como não serem capazes de vomitar. Muito se poderia dizer acerca disso, mas só acrescento que são modelos excelentes para doses letais de venenos porque sabe-se exactamente o que entra, porque é igual ao que se ingere (como oposto ao que ter que subtrair o que sai, como num mamífero).

Desconheço se os roedores serão adeptos do sexo oral, dadas as tacholas com que vêm equipados de série. Imagino que seja possível, mas que requira muito cuidado. Os coelhos machos têm ainda o hábito de se caparem uns aos outros (concorrência, e já sabem a fama dos coelhos). Suponho que isso não conte como sexo oral, mas imagino que o "castrati" vocalize. Mais fininho, naturalmente! Em contrapartida não se cagam pelas pernas abaixo como os bois, mas cagam umas bolinhas. Bolinhas que perdem quando se metem em wicked games. Vá-se lá entender esta gente! Ora a isto chama-se um turn-off!"

E pronto, tanto dou uma no cravo como uma na ferradura! Deixo-vos a vós a (ir)responsabilidade de irem ou não mais longe na magna e candente questão da interacção oral na alcova. Recordo que interacção oral tem duas vertentes e que é falta de educação falar com a boca cheia!

Como 100º post está fraquinho, mas não fui suficientemente provocada para dar continuidade à magna e candente questão dos rabos arrebitados, em versão badalhoquice. Ou seja, a culpa é dos leitores e não da cabeça de abóbora (mas estou a dar-me à preguiça, é verdade)!

12 comentários:

Joaquim Simões disse...

Amor que é verdadeiro,
assim a perder de vista,
é amor de corpo inteiro,
palhaço malabarista…!

Que o amor que de si mesmo
vive p’ra si dividido
não é amor não é nada
mais do que tempo perdido!

Quem o tiver, que o não estrague.
Se o não tem e o imagina…
Olhe, vá fazendo sopa
com abóbora-menina!

Abobrinha disse...

Joaquim

A pós-graduação está-te a fazer mal aos neurónios e ainda agora começaste, carago!

Abobrinha disse...

Sorry, não queria ser insensível! Não estou nos meus melhores dias!

Krippmeister disse...

Bem, o boi tem uma língua enorme, se calhar é essa a sua mais-valia.

Joaquim Simões disse...

É que não consigo tomar a sério essa história de dividir o sexo na prática do oral, do digital, etc. e tal! Bem como, ainda pior, na sua maior ou menor eficácia ou legitimidade. Umas vezes dá-me para rir, outras, para me passar...
Passei-me!
Eu sei que não é esse o espírito da proposta do teu post, mas o que é que tu queres?! Também tive cá um destes dias...!

Abobrinha disse...

Joaquim

Vamos fazer um clube??? Melhor: vamos para a bebedeira! Devo-te avisar que as minhas bebedeiras são psicológicas: eu não bebo! Mas porto-me mal na mesma, por isso vai dar ao mesmo e fica mais barato!

Joaquim Simões disse...

Bebedeira psicológica é coisa para intelectual! Não contes comigo! Para mim, só de caipirinha!
Vou dormir.
Até amanhã.

Abobrinha disse...

Joaquim

Intelectual o tanas! Eu não aguento é o álcool (desconfio que me deitava a dormir com a bebedeira) e não acho piada a ficar sem força nas pernas. Mas fico com a cabeça no sítio!

Sou muito mais divertida sóbria... e porto-me pior um pedaço! E com uns cafés no bucho? Até salto!

Dito isto, dormir parece uma boa ideia. Ouvi dizer que amanhã era dia de trabalho!

farfalho, o maltês disse...

Bobrinha,
Sugiro um tema para a próxima peça.
Lambe-me minha vaca.

farfalho, o maltês disse...

Bobrinha,
não come, não bebe, não fuma...
E xixi faz????????

farfalho, o maltês disse...

bobrinha,
desculpe. Não queria saber se faz xixi. Era se faz alguma coisa com a coisa que faz xixi.

Abobrinha disse...

Pharphalho

COmporte-se!!! Em boca fechada não entra mosca! Vá ler o que disse ao outro sobre andar na lua!