segunda-feira, 10 de março de 2008

"Prefiro ser actriz a ser mais um pedaço de rabo"

As aspas devem-se a ser uma citação deste avião (imagem daqui):


Actalmente com este aspecto, revisto e aumentado ao fim de 25 anos:

Pessoalmente acho que o pior a apontar são mesmo os beiços revistos e muito aumentados. Mas também eu não como daquilo, pelo que me é indiferente! E não acho que haja nada de errado com um pedaço de rabo... desde que seja um rabo em condições, com uma pessoa em condições em anexo. O que me parece é que ela não deixou de ser um pedaço de rabo: passou o rabo dela mas é a ser mais um pedaço!

Pelos vistos a Kelly LeBrock fechou o tasco do Fantasporto. Eu fechei o tasco na sexta à noite com um filme que fui ver à 1:15 e que depois conto. Tinha pouco sangue mas fez correr muita tinta (literalmente). Mas eu não fui de "Tacão agulha em botas pretas de vinil até acima do joelho, mini-saia cinza escuro, casaco fino de malha "inevitavelmente" vermelha com um decote, digamos, generoso". Por acaso até fui com um decote mais compatível com uma freira, mas isso foi porque não fui a casa trocar de roupa depois do trabalho. Há dias assim! Mmmm... pensando bem fui de botas de tacão... não interessa!

Era para ter ido ver um par de filmes vencedores, mas apeteceu-me um programa mais caseirinho, depois de muitos fins de semana a sair sem destino.

Agora em relação ao título, acho extraordinário como as actrizes são sempre confrontadas com este tipo de afirmações quando os homens não o são. Por exemplo, o mais relevante acerca do filme "woman in red" nem era o avião da Kelly, mas sim a falta total e completa de consistência da história, que nem há 25 anos me convenceu (e olhem que eu na altura era muito inocente). Um dia destes hei-de debruçar-me sobre o pedaço de rabo da Soraia Chaves. Tenho que arranjar material.

Deixo-vos ainda uma antevisão do que podem esperar de um pedaço de rabo com atitude, com mais uma citação do DN:

"Sobre o filme que veio apresentar, Mirror, revelou-se feliz com o resultado - "meio comédia negra tresloucada, meio reality show" - e desfez-se em elogios a Erin Cahill, 28 anos. "Eu sou a imagem, ela é a actriz. Tem um talento incrível e vai ser uma grande estrela". À pergunta do DN sobre se não estaria a fazer género, resposta cortante: "Olhe-me nos olhos. Eu tenho filhos da sua idade [pausa]. E maridos..."."

Ah, fadista!

3 comentários:

joshua disse...

Esta moda dos lábios, chamas-lhes tu, beiços, digo eu, é espantosamente generalizada seja em mulheres nos cinquenta/sessenta seja em travestis. E eu não fallatio sei porquê.

PALAVROSSAVRVS REX

Abobrinha disse...

Joshua

A moda dos beiços grandes já vem de há muito tempo. E a não ser que aches que a Kylie Minogue aparenta 50 a 60 anos, acho que andas a ver pouca televisão.

Os cirurgiões plásticos brasileiros chamavam a isso a "bardotização dos lábios" (em hora da Brigitte Bardot).

Este mês o COurier International tem uma edição em que o tema de destaque é este melhoramento do corpo. Uma actriz brasileira (ou modelo? Mmmm... e há diferença?) "orientalizou" os olhos para sambar no Carnaval e prestar homenagem à comunidade japonesa no Brasil... ... ... o que me levou a concluir que o louro era a cor natural de cabelo dela e que além de tudo estava a precisar de óculos (ou de um cirurgião mais competente), porque ficou com os olhos tão orientais como os meus.

leprechaun disse...

Ena! Está visto que tenho de actualizar a minha previsão do signo chinês!!!

Ou seja, afinal estás mais perto dos 40 que dos 30... grande pinta!!! :D

Cão? Galo? Macaco?! Nas adivinhas estou fraco!

E o meu beiço é fininho! Grande só tenho o papo, sempre serve de almofada. Pelo menos, era aí que os gatinhos ronronavam, enquanto me amassavam e as unhas enterravam.

Mas que era esse sofrer...

Rui leprechaun

(...comparado co'o prazer?! :))