quarta-feira, 6 de agosto de 2008

As lisboetas têm os tomates descaídos!!

Isto é grave! Eu tinha mencionado o problema já detectado aqui no norte dos tomates pelos joelhos, mas constatei que o problema é mais grave em Lisboa*. É que por aí os tomates das mulheres andam descaídos até aos tornozelos!

Como estou preocupada com a saúde pública das gajas em geral e tenho grande afecto pelas lisboetas (afinal, são umas oferecidas e deixam-me dar umas voltas as preços módicos!), decidi que tinha que lançar este alerta. O alerta às mulheres lisboetas de tomates e aos homens lisboetas de pepinos. É que isso de lhes chamar alfacinhas não é motivo para deixar cair a tomatada! Além de ser um atentado à virilidade, estas coisas são atentados à moda!

Esta cidadã, por exemplo, é jeitosinha, magrinha e bem torneadinha, mas aquelas calças são mais próprias dos e das esquerdistas cabeludos e participantes em manifs convocadas pelo Bloco de Esquerda no Porto. Exemplares destes poderiam ser facilmente encontrados na pouco participada mas amplamente divulgada ocupação do Rivoli! Azar a porra da praça mostrou a real dimensão da manif (muito fraquinha!), mas ainda deu para mostrar o fraco sentido de moda. Mesmo assim, as tripeiras têm os tomates ou no sítio ou só a descair pelos joelhos, no que estão claramente mais alerta que as alfacinhas.



Homens lisboetas, cuidem dos tomates das vossas gajas!

Já agora, a foto ficou assim ranhosa porque eu não usei flash (foi tirada à sucapa nas escadas rolantes do metro).

*Entretanto já vi calças destas por aqui (exactamente iguais, para falar verdade), mas não digam a ninguém para não dar cabo do impacto e do título.

12 comentários:

rds disse...

hum, concordo... mal e mal, digamos exagerado..
as roupas típicas à sahariennes ou seja do deserto, ficam bem a quem , bem,.... muita areia por aí

Bizarro disse...

daqui a uns meses a moda deve chegar aí ao porto :P

Requiem disse...

Tu não percebes nada da coisa...aquelas calças são usadas para guardar coisas quando a mala já está cheia.

E só para que conste as mulheres lisboetas (pelo menos a maioria) não tem tomates. Pelo menos eu (graças a deus) ainda não apanhei nenhuma surpresa dessas :)

Anónimo disse...

Por acaso também não gosto nada dessas saias/calças, mas aqui usa-se muito nas camadas mais jovens, não em gente c/ a m/ idade, claro ...
Então esteve em Lisboa e não disse nada? Olhe que quando eu for ao Porto, vou contactá-la antes p/ a conhecer, tá? Bj

Anónimo disse...

Exma. Sra. D. Abóbora:
Venho aqui lavrar o meu mais veemente protesto no que respeita à despudorada e desumana hipocrisia de que dá mostras neste post! Pois que tem V. Exa. contra os seres do seu próprio sexo que habitam a capital do nosso lindo país?! Qual o motivo de tão enorme e vil ataque contra as mulheres da cidade que tão bem a recebeu, desde a Expo até à foz do rio que a banha?! Serão as descendentes das mouras demasiado belas para aquilo que a pequenez do amor-próprio de V. Exa. consegue suportar, apesar da desgraça que as aflige?!
Porque, minha senhora, não creio que desconheça o mal que a tantas das nossas compatriotas atingiu já, com maior incidência, talvez, na prazeirosa região de Lisboa. Conhecimento que perversamente dissimula sob a capa de uma ironia, reveladora, toda ela, afinal, de seu espírito menor e mesquinho.
Saiba assim V. Exa. que tem neste que escreve estas linhas um acérrimo e eterno defensor do belo sexo que campeia pelas ruas, praias e centros comerciais desta urbe que o divino bafejou de beleza e de luz. Fique ciente, portanto, de que a incontinência fecal que atacou estes incomparáveis exemplares da espécie humana e que as obriga ao uso permanente das fraldas que tal vestuário ajuda a disfarçar, de modo a que se mantenha intocável a glória da sua formosura, nada é quando comparada com a maldade que põe na alma de abóboras e outros vegetais mais próprios de criadas do que de senhoras, sinistras corcundas feitas de palavras maliciosas e cruéis.
Renegue V. Exa. o que disse das pobres desventuradas, arrependa-se sincera e publicamente do que disse e certamente, como é apanágio de irmãs de extremoso carinho e de profunda compreensão, o perdão das lisboetas lhe será concedido e de novo poderá voltar, imaculada, ao convívio de tão excelsa companhia.
Seu
Joaquim Anónimo

Anónimo disse...

O anónimo das 11,15 h, sou eu, a Annita, bj

Anónimo disse...

O anónimo das 11,15 h, sou eu, a Annita, bj

Abobrinha disse...

Raiodesol

Pior que isto só crocs!

Abobrinha disse...

Bizarro

Como gostava que tivesses razão. Infelizmente não só isto já chegou como me quer parecer que partiu daqui em primeiro lugar. Mas para efeitos de título e efeito dramático ignorei esse facto, pelo que posso trabalhar em alguns órgãos de comunicação social e ser paga para escrever bacoradas. É que por enquanto eu só tenho escrito bacoradas à borlix!

Abobrinha disse...

Requiem

Preferia andar com as coisas nas mãos a ter os tomates nos tornozelos.

Olha que eu não punha as mãos no fogo por uma mulher que vi nas docas quando aí estive (nem no fogo nem nos tomates). Um amigo meu disse logo "até tenho medo!". Essa não tinha estas calças horrorosas mas uma mini-saia tipo cinto e botas até ao rabo! Não sei onde meteu os tomates mas também não quero saber!

Mas por não conheceres mulheres de tomates concluo facilmente que não frequentas o parque Eduardo VII a horas impróprias. É bom!

Abobrinha disse...

Annita

Se eu estiver por cá e disponível, é uma ideia...

Abobrinha disse...

Joaquim Anónimo

Eu não gosto muito das lisboetas: prefiro de longe OS lisboetas. E os alentejanos. E os nortenhos. E os madeirenses. E os açoreanos. Os holandeses. Os gajos em geral, para falar verdade (não sou muito esquisita)!

Mas nem eu disse que elas usam fraldas. Acho que não e que a explicação correcta é a do Requiem. É que outra tendência preocupante é malas pequenas e isso é contra a minha religião!