A Gata tem-me feito ter saudades de ter um gatinho. E eu, masoquista como sou, além de ainda ler o blogue dela e babar-me a ler coisas como "ah, e tal, eu fiz uma sesta com o meu gatinho", ainda me dou ao trabalho de ler coisas destas no Expresso:
"Saída de um abrigo para animais abandonados em New Jersey, Estados Unidos, "Nora" foi adoptada por um casal de professores de música. [...]
Um dia, a gata saltou para cima de um piano e bateu com as duas patas no teclado. O descuido deu origem ao início de uma insólita carreira musical, com contornos felinos. Pouco tempo depois, "Nora" surpreendeu os donos novamente no piano, tocando quase perfeitamente uma das melodias ensinadas pelos professores aos seus alunos"
Ora bem, apresento-vos Nora, a gata pianista!
Ora bem... não desfazendo, mas eu com duas patas também toco assim. Possivelmente não tenho aquele ar fofinho, mas pronto! Porque a gata é linda! Mas tenho olhos de gato!
Ah, e ela tem um blogue! Suponho que não seja ela a escrever o blogue, porque está melhor escrito que as tocadelas de piano! Penso eu de que!
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Ó sua grandecíssima vaca!
Vaca vírgula! Senhora vaca! Vaca com nome! Isto porquê? Porque as vacas, para darem mais leite devem ter nome e tratar cada uma delas como um ser individual!
"Vacas com nomes produzem mais e melhor leite. Quem o diz são os cientistas da Universidade de Newcastle, que estudaram o comportamento destes animais e chegaram à seguinte conclusão: tratar uma vaca como um ser individual, dando-lhe por exemplo um nome, faz os criadores aumentarem o seu lucro em quase 200 litros de leite anualmente"
(daqui)
Diria mais: já que lhes andam a apalpar as mamas o ano todo e nada de sexo, o mínimo que podem fazer é dar-lhes um nome!
Resta saber se o lucro do leite cobre o custo das cow-wisperers! Mas pronto, lá que é mais ético é!
"Vacas com nomes produzem mais e melhor leite. Quem o diz são os cientistas da Universidade de Newcastle, que estudaram o comportamento destes animais e chegaram à seguinte conclusão: tratar uma vaca como um ser individual, dando-lhe por exemplo um nome, faz os criadores aumentarem o seu lucro em quase 200 litros de leite anualmente"
(daqui)
Diria mais: já que lhes andam a apalpar as mamas o ano todo e nada de sexo, o mínimo que podem fazer é dar-lhes um nome!
Resta saber se o lucro do leite cobre o custo das cow-wisperers! Mas pronto, lá que é mais ético é!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Se já tens idade para matar 6 touros de uma vez...
... também tens idade para ouvir isto:
METE A ESPADA PELO CÚ ACIMA!!!
Daqui:
"Michelito Lagravere tem apenas onze anos mas mata touros na arena como se fosse um adulto. No passado fim-de-semana, matou seis animais, em Mérida, e cortou a orelha a outros dois, na tentativa de entrar para o Guiness como o toureiro mais jovem a matar tantos touros no mesmo dia."
METE A ESPADA PELO CÚ ACIMA!!!
Daqui:
"Michelito Lagravere tem apenas onze anos mas mata touros na arena como se fosse um adulto. No passado fim-de-semana, matou seis animais, em Mérida, e cortou a orelha a outros dois, na tentativa de entrar para o Guiness como o toureiro mais jovem a matar tantos touros no mesmo dia."
sábado, 19 de julho de 2008
Final feliz
Só para vos dizer que esta fufa que me lambeu as mamas foi ontem levada por uma pessoa de bom coração que está a tentar dar-lhe um lar a sério. Não precisei de interferir. Isso é um final feliz!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Uma gaja boazona lambeu-me as mamas e eu nem sequer a convidei para casa e nem um café lhe paguei
Isto é que eu chamo um título. E é tudo verdade! Mas aviso já que acaba mal, porque é um amor não correspondido!
Foi como a maioria dos encontros casuais. Eu sei que há quem use estes locais para engate, mas não faz bem o meu estilo. Foi na entrada do super-mercado. Nem sequer foi na secção da fruta, debruçada sobre a banca dos melões a apalpar a fruta. E apalpar fruta é sensual ou sou só eu que penso assim? Não sei se é mais sensual apalpar melões se maçãs, mas eu sou um bocado louca por maçãs. Aliás, o meu nome não é Eva, mas devia ser! E os tomates? Avaliar tomates maduros é sensual! Eu acho! E agarrar os pepinos e meter para o saco? OK, isso é um bocado lugar-comum... mas tem muitos anti-oxidantes e fibra, o que acaba por ser sensual!
Foi na entrada do super-mercado. Ela olhou para mim e sorriu. Os olhos grandes e perdidos encheram-se de alegria, dirigiu-se a mim. Reparei que era muito novinha, o que justificava o entusiasmo juvenil. Encostou-se a mim, sem pudor, em frente de toda a gente e eu não resisti aos seus encantos: debrucei-em sobre ela. E foi aí que ela me lambeu as mamas, porque realmente ficaram-lhe logo ao nível da boca e eu estava de camisola de alcinhas.
Não se ensaiou nada em meter-me a língua por dentro da camisola e aí eu tentei controlar-lhe o entusiasmo porque estava gente a ver. Mas acariciei-a sem medo do que as pessoas pudessem pensar: é que sou uma mulher moderna, muito descomplexada e completamente segura da minha sexualidade. Não contente com isso, mete-me o nariz no meio das pernas. Ali, à frente de toda a gente! Na volta tinha ouvido falar do tal perfume que falou o - com - dá +. Mas não é fácil controlar o entusiasmo de uma cadelinha que nitidamente foi abandonada há umas horas.
Pois... a parte sensual da história acaba aqui e acaba mal. É que eu não posso ficar com ela: não tenho tempo e não tenho condições. Um animal é um compromisso para muito tempo e ia ser cruel ficar com a bichinha. Era linda: pequenina, branquinha e muito brincalhona. Quando saí fiz um par de telefonemas, mas não deu em nada.
Ela tentou tudo para me agradar: lambeu-me, mordiscou-me as mãos na brincadeia, deitou-me as patinhas, mordeu o meu chaveiro na brincadeia... e agradou-me, mas eu não podia mesmo ficar com ela. Notou-se o contraste entre o prazer que teve em brincar comigo e o desespero de ver que eu não lhe ia ceder aos encantos. Fiquei mal, mas não lhe posso valer. Acho que amanhã vou tentar ligar a alguma associação para saber se posso levar lá a bichinha.
Mas tenho fé que ela vá ser adoptada (se é que já não foi): é que não fui a única a ceder aos encantos dela e até já lhe deixaram comida à entrada do super-mercado. Amanhã passo lá de novo. Mas desta vez vou com decote tipo freira!
Eu avisei que acabava mal!
Foi como a maioria dos encontros casuais. Eu sei que há quem use estes locais para engate, mas não faz bem o meu estilo. Foi na entrada do super-mercado. Nem sequer foi na secção da fruta, debruçada sobre a banca dos melões a apalpar a fruta. E apalpar fruta é sensual ou sou só eu que penso assim? Não sei se é mais sensual apalpar melões se maçãs, mas eu sou um bocado louca por maçãs. Aliás, o meu nome não é Eva, mas devia ser! E os tomates? Avaliar tomates maduros é sensual! Eu acho! E agarrar os pepinos e meter para o saco? OK, isso é um bocado lugar-comum... mas tem muitos anti-oxidantes e fibra, o que acaba por ser sensual!
Foi na entrada do super-mercado. Ela olhou para mim e sorriu. Os olhos grandes e perdidos encheram-se de alegria, dirigiu-se a mim. Reparei que era muito novinha, o que justificava o entusiasmo juvenil. Encostou-se a mim, sem pudor, em frente de toda a gente e eu não resisti aos seus encantos: debrucei-em sobre ela. E foi aí que ela me lambeu as mamas, porque realmente ficaram-lhe logo ao nível da boca e eu estava de camisola de alcinhas.
Não se ensaiou nada em meter-me a língua por dentro da camisola e aí eu tentei controlar-lhe o entusiasmo porque estava gente a ver. Mas acariciei-a sem medo do que as pessoas pudessem pensar: é que sou uma mulher moderna, muito descomplexada e completamente segura da minha sexualidade. Não contente com isso, mete-me o nariz no meio das pernas. Ali, à frente de toda a gente! Na volta tinha ouvido falar do tal perfume que falou o - com - dá +. Mas não é fácil controlar o entusiasmo de uma cadelinha que nitidamente foi abandonada há umas horas.
Pois... a parte sensual da história acaba aqui e acaba mal. É que eu não posso ficar com ela: não tenho tempo e não tenho condições. Um animal é um compromisso para muito tempo e ia ser cruel ficar com a bichinha. Era linda: pequenina, branquinha e muito brincalhona. Quando saí fiz um par de telefonemas, mas não deu em nada.
Ela tentou tudo para me agradar: lambeu-me, mordiscou-me as mãos na brincadeia, deitou-me as patinhas, mordeu o meu chaveiro na brincadeia... e agradou-me, mas eu não podia mesmo ficar com ela. Notou-se o contraste entre o prazer que teve em brincar comigo e o desespero de ver que eu não lhe ia ceder aos encantos. Fiquei mal, mas não lhe posso valer. Acho que amanhã vou tentar ligar a alguma associação para saber se posso levar lá a bichinha.
Mas tenho fé que ela vá ser adoptada (se é que já não foi): é que não fui a única a ceder aos encantos dela e até já lhe deixaram comida à entrada do super-mercado. Amanhã passo lá de novo. Mas desta vez vou com decote tipo freira!
Eu avisei que acabava mal!
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