E como é que eu sei isso? Porque ouvi isto enquanto fazia zapping e apanhei a Oprah a conversar com o Dr. Oz.
... se isto não é um incentivo para perder peso num homem, não sei o que será! Resta saber o que ganham as mulheres de equivalente numa tão grande perda de peso...
Acho que vocês já se tinham apercebido que eu com televisão sou um perigo! E daí... acho que sou um perigo e acabou!
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domingo, 29 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Primeiro o coiso foi vigiar a casa onde estava a fufa e a Ingrid...
... depois a coisa correu mal e teve que entrar ele e o chinoca bonitão no sítio onde a Ingrid tem os pássaros porque dois tipos estavam a tentar matá-la por quaquer coisa que ela sabe mas eu não tenho a certeza porque é que é importante. Acabou por matar deliberadamente o tipo com as três estrelas tatuadas no antebraço porque pensou que era ele que o ia matar daí a 5 meses e uns trocos. Afinal, havia mais um monte de gajos com essa tatuagem. Depois meteram a Ingrid num programa de protecção de testemunhas e ela ficou loura.
Pelo caminho o outro que se vai meter com a mulher do coiso no futuro ganhou um jogo de poker que teve consequências que eu não percebi ainda, ressuscitou a filha do outro (que tinha morrido no Afeganistão por ter visto coisas a mais). E acho que não me esqueci de nada.
Depois o Dr. House tratou uma mulher que teve 6 filhos, 3 ou 4 dos quais não eram do marido e uma adolescente obesa. A adolescente tomou comprimidos para emagrecer, o Chase gozou com o facto e os americanos estarem a ficar parados e super-obesos e não ganharem a ninguém em basquete (o que pelos vistos é grave). A adolescente ia ficar bem quando de repente começou a necrosar tecidos à volta do peito e iam-lhe fazer uma mastectomia radical.
Eis senão quando aparece o Horatio a conversar com a Caleigh. Achei estranho que ele não estivesse a pôr e tirar os óculos, mas francamente nem sei se alguém tinha morrido na altura ou se estaria só desaparecido.
Argumento novo de alguma série estranha? Não: perdi episódios do Flashforward, por isso estou um bocadinho perdida no argumento (quem é a Ingrid, pá?), além de só ter visto metade do episódio de ontem. Depois comecei a ver o House, mas adormeci e só acordei com o CSI Miami para adormecer logo em seguida e acordar completamente estremunhada sentada na cadeira e com o computador ao lado à 1 da manhã.
A minha vida social televisiva também tem os seus quês!
Pelo caminho o outro que se vai meter com a mulher do coiso no futuro ganhou um jogo de poker que teve consequências que eu não percebi ainda, ressuscitou a filha do outro (que tinha morrido no Afeganistão por ter visto coisas a mais). E acho que não me esqueci de nada.
Depois o Dr. House tratou uma mulher que teve 6 filhos, 3 ou 4 dos quais não eram do marido e uma adolescente obesa. A adolescente tomou comprimidos para emagrecer, o Chase gozou com o facto e os americanos estarem a ficar parados e super-obesos e não ganharem a ninguém em basquete (o que pelos vistos é grave). A adolescente ia ficar bem quando de repente começou a necrosar tecidos à volta do peito e iam-lhe fazer uma mastectomia radical.
Eis senão quando aparece o Horatio a conversar com a Caleigh. Achei estranho que ele não estivesse a pôr e tirar os óculos, mas francamente nem sei se alguém tinha morrido na altura ou se estaria só desaparecido.
Argumento novo de alguma série estranha? Não: perdi episódios do Flashforward, por isso estou um bocadinho perdida no argumento (quem é a Ingrid, pá?), além de só ter visto metade do episódio de ontem. Depois comecei a ver o House, mas adormeci e só acordei com o CSI Miami para adormecer logo em seguida e acordar completamente estremunhada sentada na cadeira e com o computador ao lado à 1 da manhã.
A minha vida social televisiva também tem os seus quês!
domingo, 7 de dezembro de 2008
Três episódios de "Lipstick jungle"
Depois de um sábado animado o suficiente para três dias e um domingo de manhã mais calmo, gastei boa parte de domingo à tarde em televisão alheia (porque não tenho televisão) a ver três episódios da série "Lipstick jungle" seguidos no Fox Life. Não tenho acompanhado a série, mas segue-se bem de qualquer modo mesmo assim, entre outras coisas porque o argumento está muito bem feito.

Encoraja-o mesmo a sair com outra moça. Quando se encontram em público, ele segue as regras dela e ninguém (nem ela) se dá conta de que eles se andam a comer. Quando ele não lhe liga nessa noite, ela entra em parafuso e quebra a primeira regra: não aparecer sem avisar. Aparece sem avisar a casa dele, pensando que ele está com outra, mas esperando que não. E tem razão: ele só a espera a ela, só saiu com a outra porque ela o mandou! Nessa altura diz-lhe ela "eu achava que queria só uma relação baseada em sexo, mas agora não tenho tanto a certeza". Apagam as regras (literalmente: tinham-nas escrito num quadro) e vão fazer badalhoquices. Sem regras, com paixão, com afecto, com carinho, com entrega mútua (e não de um só lado).
Só para não acabar em lamechice, refira-se que também houve tempo nos três episódios para uma ménage à trois...
Chamou-me a atenção a história da Nico, editora de uma revista de moda, mulher de poder (com o correspondente "killer instinct" e virtual par de tomates), quarentona, linda, casada e que deu um pulo na cerca com um rapazinho lindo de 25 anos. Não sei porquê (não vi o resto da série), mas parece-me que por falta de paixão no casamento.

A coisa tinha dado já várias voltas antes de chegar a este ponto, mas basicamente o rapazinho estava muito a fim da moça. Mesmo muito! A personagem Nico começa por dizer que quer estabelecer uma série de regras para a relação deles, como que não ligam para casa um do outro, não há prendas, não há compromisso, que em público agirão como estranhos.
Encoraja-o mesmo a sair com outra moça. Quando se encontram em público, ele segue as regras dela e ninguém (nem ela) se dá conta de que eles se andam a comer. Quando ele não lhe liga nessa noite, ela entra em parafuso e quebra a primeira regra: não aparecer sem avisar. Aparece sem avisar a casa dele, pensando que ele está com outra, mas esperando que não. E tem razão: ele só a espera a ela, só saiu com a outra porque ela o mandou! Nessa altura diz-lhe ela "eu achava que queria só uma relação baseada em sexo, mas agora não tenho tanto a certeza". Apagam as regras (literalmente: tinham-nas escrito num quadro) e vão fazer badalhoquices. Sem regras, com paixão, com afecto, com carinho, com entrega mútua (e não de um só lado).Como em tudo, há sempre o acordar. O acordar é lindo, nesse e nos dias que se seguem e ela está agora apaixonada e acompanhada, uma vez que o marido realmente não lhe faz a "manutenção". Não só em termos de sexo, mas especialmente em termos de afectividade. Ela, a mulher com o insinto assassino necessário ao competitivo mundo dos negócios. Aqui saltou-me a ideia que me ocorreu a respeito deste post: ninguém se meta num esquema que não é capaz de acompanhar. E poucas mulheres são capazes de seguir um esquema destes, porque se envolvem. Claro que há mulheres e mulheres, há esquemas e esquemas. Mas com ou sem regras definidas, há esquemas marados demais para muita gente. Dito isto, há mais gente e que consegue seguir esquemas.
A história continua e as duas amigas dela descobrem o caso. São amigas do casal, pelo que saberem da traição lhes mete impressão. Julgam-na e uma delas tem uma saída moralista daquelas que dói tanto que um pedido de desculpa não é suficiente para apagar: "Ainda bem que não tens filhos! Que tipo de valores lhes transmitirias?". Mais tarde arrepende-se, mas... o que está dito está dito, não é? E as coisas não são só preto e branco. E a Nico está tão feliz com a relação que se nota ao ponto de lhe perguntarem porque anda ela com tão com aspecto (quando ela não fez nada que não ser mimar e ser mimada... e muito sexo!).
Mais tarde o marido tem um ataque cardíaco enquanto ela está com o amante. A culpa assalta-a: e se ele morria enquanto ela estava com o amante e porque ela não estava lá para o socorrer? No momento de aflição vira-se para ele e diz (e sente) "amo-te". E acaba com o amante, porque quer recuperar o casamento... e isto é depois de ter a quase confirmação que o marido a traiu também, possivelmente antes dela; mais: possivelmente foi essa traição que originou a dela, porque viu os sinais mas não os interpretou.
O argumento foi escrito por uma mulher e gostei porque é plausível. Agora digam-me lá se as mulheres não são bichos estranhos.
Só para não acabar em lamechice, refira-se que também houve tempo nos três episódios para uma ménage à trois...
NOTA: As fotos dos actores não são as melhores, mas foi o que encontrei. Mas digam lá se aquele menino não faz parar o trânsito? E a Nico... bem... linda!
terça-feira, 11 de novembro de 2008
E eu vou querer televisão para quê?
Porra, estou exposta à televisão em casa dos meus pais há 5 minutos e já ouvi o José Rodrigues dos Santos dizer "Ánguela Méeerrrrrrrrrrrrrrkle", "âupel" (Opel) e mais uma série de barbaridades que não tive tempo para fixar. E pergunto eu: televisão para quê exactamente?
domingo, 13 de julho de 2008
Porque é que o Herman José...
... tem um cinto com brilhantes em forma de triângulo acima do triângulo das bermudas propriamente dito e uma blusa preta com uns olhinhos??? É nestas alturas que me lembro porque é que não me faz falta uma televisão!
(a ver “Chamar a música”)
(a ver “Chamar a música”)
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