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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O dia em que eu questionei se queria mesmo ser mãe...mas isto depois de me partir a rir!!!!

Ninguém fez a ligação entre as fotos no post abaixo. Mesmo porque não era fácil e era preciso ter visto o mesmo programa na televisão que eu. Aliás, os mesmos dois!

O primeiro era a biografia da ex-modelo Janice Dickinson, a jovem de 54 anos abaixo. Ah, e para quem pensa que se pode continuar exactamente assim daquela idade, fica a saber que (confessamente) aquele bom aspecto tem mais que photoshop! E faz ela bem, apesar de parecer um pouco espantada demais (quase assustada... ou assustadora?). Foi a modelo a quem se atribuiu a origem do termo "super-modelo".


Como modelo foi um sucesso e, para além da moda, contribuiu para um sector em particular da economia americana. A saber: distribuição e comercialização de cocaína, que financiou como consumidora ávida e regular.

Neste momento, como muita modelo reformada, tem outros afazeres. Entre elas uma agência de modelos (que original!). E é aqui que entra a foto do rabo que não o do Sadeek e a minha dúvida em relação a uma maternidade futura!



Ora o segundo programa que eu vi era sobre a agência de modelos da Janice. Em particular sobre o "making of" daquela foto... e é de ir às lágrimas! Estranhamente, é para uma marca de roupa!

O jovem começa a sessão de calções. Até que um fotógrafo decide: "tira os calções".

E ele tira. Desconheço se reforçaram a maquilhagem às modelos para que elas não corassem tanto, mas estou desconfiada que sim.

Tira-se umas fotos e eis senão quando se ouve do fotógrafo dar uma ordem a um assistente (e neste ponto eu recomendo a quem esteja de pé que se sente, senão não me responsabilizo): "pega numa gillette e rapa-lhe os pêlos do rabo". E o jovem cidadão que dá a cara... bem, o cú... bem... as bochechas de trás pela marca de roupa (????) dá o corpo ao manifesto (no caso, a parte do corpo descrita atrás com dificuldade) e é rapado à frente de toda a equipa de fotografia. É que estar todo nú com a mão no bolso não era já suficientemente embaraçoso, na minha opinião e na daquele povo.

E eu a pensar: anda uma mãe a criar um filho para lhe raparem os pelos do cú em público e mostrarem na televisão?

Umas fotos depois diz o fotógrafo para as modelos: "tirem também a roupa, de modo a dar mais impacto à fotografia"! É que estar a ser fotografada a olhar fixamente para a pila de um gajo também não é suficientemente embaraçoso. Mas neste ponto a Janice põe à prova o seu pragmatismo e língua solta quando se vira para ele: "isto não é para vender roupa? Se nenhum dos três tem roupa, o que é que se está a vender ao certo?". Ainda tentaram argumentar que era para pôr ao lado da piscina e tal, mas não colou.

No fim foi LINDO ver o modelo masculino a explicar de quantas maneiras não tinha ficado embaraçado por ter tirado aquelas fotos naqueles preparos. De modo algum tinha também ficado minimamente embaraçado por ter tido os pelos do rabo rapados à frente de toda a gente! E foi aqui que eu pensei: posso um dia ter um filho assim... valerá a pena?

Ou seja, questionei seriamente se quero ser mãe! O risco é simplesmente grande demais! Por outro lado, fiquei a saber que quando for mais nova não quero ir para modelo. Fotógrafa de moda, pelo contrário, há-de ser interessante, porque posso mandar fazer as coisas mais idiotas do mundo sem que me questionem. Pelo menos até uma fulana com uma boca grande (nos dois sentidos) dizer alguma coisa que faz um pouco de sentido.

E pronto, eram estas as minhas reflexões! O mundo da moda é fabuloso, não?

P.S: O modelo para a estátua do Perseu, uns posts atrás tem um rabo mais interessante, não tem?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Passei o fim do ano velho e o início do novo a roçar-me em duas mulheres!

Et voilá, um título em condições! E uma boa maneira de começar o ano, não? E o melhor é que é tudo verdade!

Então e porque é que não me rocei em homens? Não é por ser fufa nem por ter tendências para tal: é mesmo porque os homens tinham uma faltinha de jeito tremenda, falta de lata, coragem e vontade de aprender. Então e eu tinha jeitinho? Bem... para me roçar? Ora bem, é melhor pôr as coisas em contexto, senão a coisa salta para níveis de badalhoquice não compatíveis com a real importância da coisa (oooooooooooh, que pena!).

Passa-se que aqui a Abobrinha, depois de um dia a considerar seriamente o bacanal descrito anteriormente foi cozer em lume brando num estabelecimento de diversão nocturna orientado para a dança. Acompanhada dos vírus, que pareciam estar a dar folga. Mas com vírus, como com homens, nunca se sabe, pelo que fui um pouco a medo! Os vírus afinal estavam a precisar de uma saída! Sim porque, estranhamente... melhorei! Não sei se foi da boa disposição, das danças ou do calorzinho que se fazia sentir no estabelecimento de diversão nocturna, mas algo ali me fez melhorar!

Quanto ao roçanço propriamente dito, experimentem dançar salsa, kizomba, funaná e outras coisas que não apanhei o nome e digam-me se não é mais ou menos esse o espírito! E perguntam vocês: ah, e tu sabes dançar isso tudo? Bem, a maravilha da coisa é mesmo essa: não nem faço a mais pálida ideia como se faz! Mas as minhas amigas davam uns toques (uma delas dava um pedaço mais que uns toques) e a base da coisa parecia ser abanar o rabo com ritmos vários. E eu abanei o rabo! E soube-me pela vida! E pelos vistos tenho algum jeitinho (mentira: elas é que são umas queridas!)!

E aí nasceu uma resolução de ano novo fresquinha e espontânea: aprender a dançar! É que o pessoal que frequentava o estabelecimento percebia mesmo do assunto! Ou seja, passei a noite a observar rabos a dar-a-dar... não chamo a isso um mau programa!

E pronto! A gripe parece estar a levantar aos poucos, diverti-me imenso e passei uma noite bestial com grandes amigas, novas resoluções e uma alma nova. Uma maneira excelente de começar o ano! E vocês? Contem lá!