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sexta-feira, 12 de março de 2010

Quase 10 minutos de um vídeo com fufas

E não é publicidade enganosa, mas um vídeo de duas gajas que misturadas só podia dar faísca: Lady Gaga e Beyonce. Cá estão elas: fabulosas, provocadoras, pouco vestidas e com cenas lésbicas! Ah, e parece que cantam qualquer coisa, mas isso não interessa nada!



Pussywagon é um bom nome para um carro! Acho que ia ser um sussexo comercial!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Reedição do post da primeira-ministra islandesa

OK, o primeiro post da primeira-ministra islandesa correu-me um bocado mal: meti os pés pelas mãos, não consegui satisfazer os leitores tanto quanto devia e acabei a dizer que a culpa era da gaja. Ou seja, transformei-me num homem! Ainda por cima num feio e com pila pequena, porque estava mesmo a precisar de me esforçar!

Mas recuperei!

Assim, ultrapassei as piadas fáceis sobre os islandeses estarem todos rotos e terem sido enrabados e passei a um outro nível! Assim, os islandeses deixaram de ser enrabados para passarem a ser imaginativos na cama e terem a capacidade de ter orgasmos múltiplos e com mais frequência. Eu chamo a isto evolução!

Como se não fosse suficiente, como não tem que provar a masculinidade, a Sigurd... Sigurdat... Sigurdardo... tirr anda com um carro velho. É que o carro é muitas vezes o prolongamento da pila, ou seja, a Sigurda... coisa tem uma pila grande, o que deve ser acompanhado de uns tomates de ferro! Ou seja, é o homem certo para o lugar! Eu em contrapartida... bom, não interessa... também não é assim tão pequena!

"Num país conhecido pela abertura de espírito, o facto de ser lésbica nunca pareceu influenciar a sua carreira política. Mais comentado tem sido o facto de recusar o motorista e a limusina associados ao seu cargo, preferindo conduzir ela própria o carro sobre o qual os colegas garantem: "Já teve melhores dias." "

Conforme se vê acima (daqui), os islandeses vão recuperar da crise porque se preocupam com mais que mariquices (salvo seja) como terem uma fufa à frente do governo. Preocupam-se, sim, que ela não contribua para a indústria automóvel e não dê emprego a um motorista. Ora muita indústria (como se vê) depende da indústria automóvel, pelo que é uma preocupação válida para a recuperação económica!

... se bem que a impronunciabilidade do nome da moça também deva ser preocupação. Digo eu! Eu queria ver o José Rodrigues dos Santos a pronunciar Sigurdardottir! Ainda lhe sai um dente!

A Islândia tem uma mulher mulher-sexual como primeira-ministra e eu estou deprimida

Ouve lá, então não és tu que dizes que devia haver mais mulheres mulher-sexuais?

Sim: é menos concorrência! Sobretudo se forem giras, porque há a hipótese de arrastarem uma por outra para o "dark side".

Então qual é o teu problema?

É que quando li algures "homossexual à frente do governo da Islândia" ocorreu-me o comentário "enrabados já eles foram" e assim não dá para fazer este comentário, carago!

Não há condições!

sábado, 31 de janeiro de 2009

Tive uma mulher nos braços e beijei-a apaixonadamente

Sim, um destes dias tive uma mulher nos meus braços. Segurei-a com carinho e ela olhou para mim com um misto de curiosidade e ternura.

Não resisti a passar-lhe os dedos pelo rosto e pelo corpo. A mimá-la como ela merecia, porque é linda! E beijei-a. Uma, duas, mais vezes e sei que ela gostou. Eu sei que estavam pessoas a ver, mas as pessoas não julgaram a minha demonstração de afecto e eu também não tenho problemas com isso: sou como sou e as pessoas têm mesmo é que me aceitar.

Segurei-a nos braços durante o que me pareceu uma eternidade. À nossa volta os outros riam e festejavam já nem me lembro o quê, mas para nós o tempo parou e só existíamos nós as duas... eu, ela e mais ninguém. Lembro-me vagamente de alguém nos ter tirado uma foto, que eu quero agora procurar e guardar como uma doce lembrança destes momentos de inocência.

A dada altura ela esboçou um bocejo e nem disfarçou. Eu compreendo: ela tem uma vida muito cheia e muita gente à volta dela. É uma estrela de pleno direito, uma autêntica princesa e eu não tenho o direito de reclamar o tempo dela para mim. Nem a veleidade de pensar que ela me dedicará tanta atenção como eu gostaria. Simplesmente aproveito os momentos que temos juntas e mostro-lhe o quanto gosto dela. E espero que ela aproveite o tempo que passamos juntas, se bem que temo que mais tarde nem se lembre.

A dada altura começou a fechar aqueles lindos olhos escuros e pestanudos e aninhou-se ainda mais em mim. Confiava inteiramente em mim e eu dei-me conta pela maneira como ela se abandonou nos meus braços e adormeceu profundamente com um sorriso nos lábios. Ajustei a roupa para que ela não tivesse frio e fiquei assim a olhar para ela, a pensar como é linda.

Beijei-a com carinho mais uma vez e coloquei-a nos braços de outra mulher. Eu sabia que ela não era minha, mas não faço disso um drama: ninguém é verdadeiramente de ninguém, afinal de contas! Mas eu sei que ela volta para mim e ela sabe que eu volto para ela...

... suponho que com mais ou menos 50 cm e 3.5 kg as mulheres sejam todas assim tão fáceis! E os homens também, mas assim vocês pensavam que isto era um post de fufas, suas mentes porcas!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Fogo, estou a ficar um gajo!

Um dia destes, entre outras trocas de palavras igualmente construtivas um amigo disse-me que ia sair com um monte de amigos, um dos quais uma amiga lésbica. Pergunto eu: "é gira?", ao que me responde ele "Não!". Resposta aqui do "je": "Então não interessa!".


Quer dizer, e eu perguntei da densidade intelectual da moça, da capacidade de ser leal, da integridade, princípios, bondade, talentos, se é querida? Não: só faltou perguntar se tinha mamas grandes!

E daí... quando me falam de um gajo, também pergunto se é giro... na volta é normal!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Está dito, está dito!

Bem, olhei para o que escrevi antes e senti-me tentada a apagar. Mas é um disparate, porque já está dito e já houve pessoal que leu. E foi sentido! E, como disse o outro, "está dito, está dito!". Não sei se conhecem a anedota: um grupo de malfeitores no Oeste americano assalta uma diligência. No fim do assalto diz um deles: "Violem os homens e matem as mulheres! ... ... Oh! Ao contrário: matem os homens e violem as mulheres!". E ouve-se de dentro da diligência uma vozinha efeminada "o que está dito, está dito!".

Além de tudo, a minha ligação à net está lenta e tive que passar roupa a ferro! Tudo pequenas coisas que me deprimem! Mas isto passa tudo! Passa sempre! Só de vez em quando é que eu tenho a sensibilidade à flor da pele... o que é um erro!

Estou instável e nestas alturas é complicado aturar-me... infelizmente mais ainda para mim que para os outros! Neste momento já não estou assim, mas realmente não tenho inspiração (nem tempo) para mais. De modo que vou recorrer à última arma em caso de crise: fufas! Ainda pensei em pôr de novo o rabo do Sadeek, mas... tenho melhor! E não, não são as minhas mamas! É bem melhor! Ora vejam:

terça-feira, 13 de maio de 2008

Assim é que se vende calendários!!!

Afinal a imagem que tentei meter no post dos lésbicos tinha um erro e por isso não carregava. Já lá está, mas agora não ia ter o impacto que merece. Vai daí, dediquei-lhe um post!

Digo eu que assim é que se vende calendários para fazer parques infantis! Também não sei porquê (aceita-se palpites), mesmo porque as tipas não estão de salto alto... nem têm grande aspecto de se dedicarem a bolos...

domingo, 11 de maio de 2008

Eu sou lésbica!

Hoje acordei a sentir-me muito John F. Kennedy. Presidente norte-americano até lhe passar uma coisinha má pela cabeça (no caso, uma bala), comeu muitas gajas inlcuindo (alegadamente a Marilyn Monroe) e pai de um homem lindíssimo mas que me parecia ter essencialmente areia na cabeça e obviamente não sabia voar (ou suicidou-se quando se apercebeu do ridículo que era chamar-se John John). Numa nota de interesse absolutamente nenhum, o O JFK é um dos raros personagens a dar o nome a um aeroporto e que não morreu de avião; em vez disso essa morte saltou uma geração. Mas isso agora não interessa nada.

O Joãozinho K foi a Berlim e botou faladura no dia 26 de Junho de 1963. Para quem é novo demais, Berlim já foi Berlim Oriental e Berlim Ocidental. Fui lá há uns 4-5 anos e ainda se notava muito a diferença, mas não sei se ainda é o caso. Berlim Ocidental era um marco de liberdade e yada yada yada, leiam na wikipédia que eu agora não estou para vos aturar. O que interessa é que o Joãozinho disse em Berlim “Ich bin ein Berliner” para dizer que apoiava os berlinenses na época da Guerra Fria (devia ter ido em Agosto: é cá uma tosta!). Dada a fama do homem, possivelmente apoioaria mais os berlinenses portadores e utilizadores de gaita de beiços que os de gaita de foles: era muito musical (deu música à Marilyn, pelo menos).






É nesse espírito que eu repito: eu sou lésbica! E... o que é que uma coisa tem que ver com a outra? A preclara Allanah lembrou-se de mim (mmmmm... niiiiiiiiice!) quando leu uma notícia sobre fufas (mmmmm... melhor ainda!). Concretamente sobre os habitantes de... Lesbos! Oh diabo! Pensei que ela se ia atirar a mim! Que peninha! Bem, a esperança...

E em apoio aos habitantes de Lesbos eu digo aos quatro ventos: eu sou lésbica!

A notícia reza que os habitantes da ilha de Lesbos (os lésbicos, portanto) se envolveram numa disputa (alguém tem que explorar o potencial desta palavra um dia destes!) com as fufas por causa do nome.

A origem do nome lésbica vem de uma poetisa, Safos, natural de Lesbos, como podem ler na wikipédia. Daí que também se designem as fufas por sáficas... o que não interessa rigorosamente nada: eu fiz a ligação à wikipédia para que vocês dessem de trombas com esta imagem. Imagem em que se prova que as lésbicas são extremamente religiosas: ajoelham-se e rezam com bastante regularidade. E depois ainda por aí más línguas a apregoar o ateísmo... francamente! O que o mundo precisa é de mais oração (ou de dar de trombas com... bem... com...). E verdadeiros artistas: o Édouard-Henry Avril é uma moca! Isto sim, é arte!


Os lésbicos estão chateados porque é embaraçoso ser chamado por uma preferência sexual. Tomando como universo de amostragem o meu blogue, digo eu que nenhum português se importaria de ser chamado lésbico. Mas o meu blogue só é frequentado por pessoas de mente porca, e não sei se isso é representativo do universo português (infelizmente). De onde se conclui que os lésbicos não merecem o nome que têm e o problema está ao contrário: as lésbicas é que têm que retirar o nome a quem o não merece. A mim podem-me chamar lésbica à vontade! Se for a Solange só exijo que ela me tente apalpar ou pelo menos olhe para mim ar de quem lhe está a apetecer, ainda que não seja verdade.

Voltando ao Joãzinho Kennedy, correu o mito urbano que ele se teria enganado e que “Ich bin ein Berliner” quereria dizer “eu sou uma bola de berlim” (não é bem isso, mas é um bolinho muito parecido com a nossa bola de berlim e possivelmente a origem é a mesma). Isso é uma ideia para os lésbicos: façam um bolinho tradicional da ilha e chamem-lhe um lésbico. Depois podem perder o tempo deles em coisas mais construtivas como processar um doce. E deixar as fufas em paz a fazer o que interessa: rezar (de trombas!) e arrastar mais mulheres para o “dark side”. Assim diminui a concorrência.

E qual é o problema de ser chamado por uma preferência sexual? Se ainda fosse uma doença sexualmente transmissível ou uma disfunção eréctil ainda seria um problema, mas por uma preferência sexual tão fixe (eu não gritaria “eu sou uma clamídia”)? São mesmo parvos! Lá está, não são habitantes de Lesbos mas de ilha de Parvo, como os do Media Markt.

Voltando aos nomes, devia haver uma ilha chamada Príapo, mas na prática não pode ser: iria ser invadida por homems a pedir residência só para poderem ser chamados priapistas. Homens! Só pensam no pau (ou seja, têm todos o secreto desejo de ser porteiros). Mesmo quando um ataque de priapismo pode não só ser doloroso como, no limite, implicar a amputação do pénis! E nesta parte, em bom português, perderam muitos homens o tesão!

Num último remate, e para recuperar algum (ahem) entusiasmo (e porque tenho comissão em várias agências de viagem), Berlim está pejado de fufas! Ou seja, é caso para muita gente andar aí a dar uma de John F. Kennedy. A alguns a bala não seria mal pensado de todo.



Então em que é que eu me identifico com os habitantes de Lesbos exactamente? Não digam a ninguém, mas é em... absolutamente nada! Mais: acho que a cisma dos lésbicos com o nome não passa de uma... paneleirice (com todo o respeito aos homens homem-sexuais). Eu queria mesmo era um título chamativo! A ver se engano alguém. Por outro lado, se enganar alguém, esse alguém não me interessa porque é obviamente pouco inteligente... ... ora porra, eu sou cá uma complicada! Não admira porque é que ainda sou solteira! E sim, eu sei que esta última afirmação me vai trazer comentários indesejados, mas eu tenho tomates para eles! E quem pensar algo pejorativo relacionado com essa afirmaçao coisas não vale os tomates de um gato! Isto sim é selecção natural!


Já agora, uma opinião: isto foi badalhoco ou ainda tenho que descer mais o nível? Pela minha parte fiquei satisfeita com o texto! Coisa que ultimamente me tem acontecido poucas vezes.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Como afinal Deus existe e é bonzinho!

Uma coisa que sempre me meteu confusão foram mulheres lindíssimas em número que suplanta largamente o número de homens assediáveis. É daquelas coisas que faz uma gaja perder toda a fé num mundo justo e equilibrado.

Eis senão quando... a bonitona e boazona da Solange revela ao mundo que é fufa! Ou lésbica, ou homossexual, não quero saber! Gosta de gajas e é linda! Ou seja, arrastará outra (pelo menos) do calibre dela para o dark side, dando um valente rombo na concorrência!

Solange, sempre te achei lindíssima, antes e depois de recauchutares os airbags frontais! Agora que sei que não és concorrência, subiste mais uns pontos na minha consideração! Não te considero esperta por aí além, mas isso não interessa. Mesmo assim estás uns furos acima da concorrência. Para seres perfeita só se me assediares. E já agora, quero paz duradoura no mundo e arredores e a regressão dos efeitos do aquecimento global e ainda neve em Lisboa ao ponto de um menino que se queixa de estar com o rabo a ficar pouco assediável poder fazer snowboard. Achas que estou a pedir demais? Qual é o teu problema? Eu quando peço, peço muita coisa! Pode ser que alguma coisa cole!

Por outro lado, contrariando a afirmação de que Deus existe e é bonzinho, há as centenas de comentários mesquinhos neste site (não garanto que abra, porque a página parece estar de vez em quando com problemas), que são prova de que Ele ou está distraído ou não sabe o que fazer com quem se mete na vida dos outros. Muito gostava eu de saber o que é que a tua opção sexual tem que ver com os outros. Comigo só tem que ver uma coisa: é menos concorrência e dá-me valor acrescentado se me assediares. De resto, só quero o mesmo que quero para o resto das criaturas de Deus: que sejam felizes e não façam mal a ninguém. E gostares de mulheres só me beneficia, como já percebeste.

Fica o vídeo do Expresso (e a pena de não ter comprado o jornal este fim de semana).



Outra coisa, jeitosona: esse vestido não te fica bem. A ti nem a ninguém! Só digo isto porque podes perder gaja por causa disso: estou a cuidar dos teus interesses, não te queixes (e dos meus!). Outra coisa: despede a maquilhadora ou dá um enxerto de porrada ao fotógrafo que não sabe retocar os cantos dos teus beiços (lindos!) porque esse gloss ficou um bocado borratado. Se quiseres, eu conheço um designer muito querido que te retocava isso (e mais qualquer coisinha que pedisses, se pedisses com jeitinho).

Estás a ver? Além de gostar da tua opção sexual (em ti, especialmente), ainda te dou opiniões informadas! Pena neste blogue não se aprender nada, não achas?

E se quiseres tomar um café um dia destes, liga! Desde que possa levar uns amiguinhos para eles se babarem a ver uma fufa bonitona. E sim, é só no meu próprio interesse!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Da solidariedade entre irmãos e como ouvir música sem som é uma opção viável e mesmo sensata

E daí, na volta nem isso safa o Edu!

O Edu nasceu situação priveligiada: com duas irmãs loucas já cá fora, parece seguro assumir que é seguro sair para o mundo! Não deixa de ter a sua razão.

O Edu deve ter passado os 22 anos da sua curta existência a pensar: as minhas manas são boas todos os dias, várias vezes ao dia e gostava de as ver curtir uma com a outra um dia destes. Pode não ter pensado isso, mas certamente não investiu o seu tempo de modo construtivo. Há coisas construtivas em que se pode ocupar o tempo (fora escrever blogues). Por exemplo, aprender a ter uma dicção em condições, a cantar, tocar guitarra, sentido de moda ou a ir ao ginásio fazer qualquer coisinha para não se parecer um meio quilito com um furo nos beiços, aos quais não se consegue sequer fazer a barba.

Mas não: o Edu não fez nada disso! O Edu investiu todo o seu tempo a observar as irmãs. Ao que a mãe pensou: ai que Cruz! Não é bem uma Cruz, mas três: uma horrorosíssima trindade de um parolo sem talento e duas pretensas fufas com sentido de moda (alegadamente). Está bom de ver que no meio disto o cristo somos nós, que os temos que aturar.

As manas Cruz, perante a falta de jeito (e possivelmente de sussexo) do irmão decidiram fazer... isto:



Para o caso de eu não ser competente a colocar esta cena, procurem aqui.

A lista de pecados oficiais das manas Cruz:

1. Beijo lésbico

2. Beijo incestuoso

3. Passear-se de lingerie preta com um ar lascivo

4. Lamber a mão com ar lascivo (face ao que está acima, sabe-se lá onde é que aquilo andou!)

5. Chupar chupa-chupas e rodelas de limão (rodelas de limão????) com um ar lascivo

Os outros pecados, os não oficiais, assim de repente: óculos de massa pretos largos (não havia necessidade), dançarem mal de carago, estarem vestidas como as irmãzinhas da caridade. Tudo cenas perfeitamente escusada e que até nem deviam ser admissíveis num Estado de Direito! Como fumar em espaços fechados sem ventilação adequada para o exterior, mas com efeitos muito mais perniciosos e permanentes na mente de jovens cabecinhas impressionáveis.

É assim: eu adoro a minha irmã! Mas parte do contrato de adorar aquela miúda é... ser honesta! Ajudar, se for o caso! Se o Eduardo Cruz não tem jeito para cantar... deviam ter-lhe dito isso mesmo, antes de fazerem aquelas figuras. Isso sim, seria amor fraternal! E evitaria ser gozado por toda a gente!

E pronto, um dos discos pedidos do Herr Krippmeister: uma cena lésbica incestuosa. Ou, como disse a primeira pessoa com quem eu partilhei este vídeo: "strange impression: looks like lesbi action with impotent singers" (mantenho o original porque eu consigo imaginar quem o disse, o que lhe dá ainda mais a piada).

Este blogue segue uma lógica de mercado: apresenta o que é rentável! E as fufas rendem!

Eu quero um troll só para mim!

Eu gosto muito do Paulo Querido. Sobretudo de o arreliar, mas isso agora não interessa. Não é nada pessoal, mesmo porque já um grande pensador (e os meus pais, que também são grandes pensadores) disse que eu sou refilona, por isso devo ser mesmo! Por falar nisso, há muito tempo que não o arrelio, mas desde que o Jorge Fiel saiu do Expresso que não dá tanta vontade de lá ir.
Mas dizia eu que o Paulo Querido parece que percebe umas coisas de internet e ciber-comportamentos e bota escrevedura sobre essas mesmas coisas. Um dia destes falou de trolls, neste post. Há os da internet e os da mitologia nórdica, como podem ver nas entradas da wikipédia que forneci atrás. Mas agora isto vai dar uma volta, antes de voltar ao Paulo Querido!

A definição e todos os dados estão atrás, mas o que eu me recordo é de uma estátua parecida (ou igual?) a esta no pavilhão da Noruega, na Expo 98 e de um tipo lá a explicar que um troll era uma criatura mitológica e que trazia sorte a quem a visse. O que eu pensei imediatamente foi: bem... se não existe... é mesmo uma sorte encontrar um! Digo eu! E no pavilhão da Noruega vendia trolls para dar sorte por uma pipa de massa, que eu não comprei porque tinha mais que fazer ao dinheiro.


Mais tarde um troll de outra espécie mas dos mesmos lados disse-me que o troll era uma coisa qualquer de ligação com a natureza (mas sem carraças, imagino!), maroto, feio (a sério!) e que fazia partidas ou maldades às pessoas. E que não era visto. Dito isto, se não existe, é mais ou menos isso que se tende a fazer, certo? Ou seja, tanto quanto sei, o Pai Natal pode ser um troll!


O tal troll depois deu-me a volta, mas deu-me azar. Às tantas devia ter comprado a merda do boneco no pavilhão da Noruega na Expo, mas em vez disso fui tomar doses maciças de café no pavilhão da Suécia onde tinha um rapazinho lindo de pele negra e olhos azuis. Não sei que diabo de criatura era aquela (não era africano, não parecia indiano, não sei de onde lhe vinha aquela cor, mas ficava fantástico com aquele rosto e aqueles olhos azuis), mas não tive lata de meter conversa com ele. E falava português do nosso, com o nosso sotaque e a nossa fluência! Não entendo, mas regalei os olhos!

Os trolls da mitologia nórdica são excelentes pontos de partida para um grande artista (e grande pensador, embora possa não pensar em si mesmo dessa maneira) começar a escrevinhar. Se é que já não o fez. Não sei se o paleontólogo de serviço terá algo a dizer acerca do assunto, mas se tiver, cá estou eu para o ler e recomendar.

Voltando ao Paulo Querido, com quem não converso há muito tempo (um alívio para ele, estou em crer), fala dos trolls da internet: tipos que parasitam e envenenam a conversa, com comentários completamente a despropósito e/ou insultuosos. Por vezes ele mesmo intervém nessas conversas, às vezes com mais elegância que outras, mas isso agora não interessa. No Expresso (e eu participei num par de discussões antes de me fartar porque não se aprendia nada) parasitam o blogue do Miguel Sousa Tavares e o dele, por exemplo. No De Rerum Natura temos o nosso querido amigo Perspectiva, com lençóis de texto que não leio e anónimos vários. A Joaninha também já teve direito a um, aqui. O Ludwig come trolls ao pequeno almoço... só eu... estava só e abandonada! Sem direito a trolls! E eu queria um troll só para mim!

Até que activei o aviso de novos comentários por e-mail e... voilá! Hoje apanhei dois trolls!!! Só meus! Ora vejam!

"3D deixou um novo comentário na sua mensagem "As minhas aventuras com a letra L":

Desculpe a ousadia, mas de certeza que têm um problema mal resolvido com o sexo feminino, ou melhor, com as fufas... "

E ainda:

"Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Badalhoquice... mas não a que pensam": És intragável...! Arght!! Só a tiro! BAM! BAM! "

Vamos por partes:

3D... mmmm... um nick que pode ir longe!

Eu não tenho problema nenhum com o sexo feminino (nem com sexo nenhum, para dizer a verdade: muito pelo contrário). Eu gosto muito dos dois! Com as fufas não tenho problema nenhum. Muito pelo contrário: acho que devia haver mais! Muitas mais! Neste blogue têm uma importância muito específica: atrair a atenção dos meninos mulher-sexuais!

Não tenho nada contra os meninos homem-sexuais, mas acho uma perda de dois meninos, pelo que devia haver uma lei que só permitisse o acesso a esta inclinação sexual para homens desinteressantes e feios. Mas vozes de burro não chegam ao céu e a legislação não contempla as reais necessidades no cidadão! No caso, desta cidadã! E depois admiram-se que eu não acredite na justiça!

Em todo o caso, acho que já escrevi o suficiente acerca do assunto das mulheres-sexuais para clarificar que não há nada para aprender aqui sobre esse (nem sobre outro) assunto. Mas a malta diverte-se.

3D: volte sempre!

Anónimo. Vamos ver uma coisa: eu não sou intragável! Quem já teve o privilégio de me provar não se queixou (ou pelo menos não viveu para contar, mas não vamos desconversar, que a conversa está longa). A tiro acredito que a carne fique mais amaciada, mas um pouco desfeita. Ou seja, nem por isso mais tragável! E corre-se o risco de trincar um chumbo, o que pode dar cabo dos dentes. E depois, cagar um chumbo é chato! Pior ainda que ser ferrado por uma carraça!

E depois, se sou assim intragável, há uma opção interessante: não comer! Pôr na beirinha do prato! Há uma cruzinha no cimo do browser. Sabe para que é que serve? Para fechar a aplicação! É remédio santo! Mas voltamos ao mesmo: para saber se sou ou não tragável, há que me apanhar e deitar-me as mãos... e isso não é para qualquer um! Certamente não para quem não tem capacidade de encaixe!

Relaxe: tome um copo! A vida são dois dias, por isso ao menos vamos fazer dele um fim de semana!

Eu tenho 2 trolls! Eu tenho 2 trolls!!!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Esta gente aprendia qualquer coisa se lesse a Abobrinha!

Ora bem, se deixarmos de lado um certo e determinado post relacionado com a economia, lamechices e filosofices, o que é que resta na Abobrinha e é o verdadeiro sussexo deste blogue??? Será, será, será... EXACTO! As fufas! O que é que chama a atenção neste blogue? Fufas!

Diz o Expresso (e deve ser verdade) que um cartaz sobre amor gay foi censurado. Amor gay? Não: dois gajos nús e com todo o aspecto de não terem perdido tempo a jogar strip poker (mmm... boa sugestão para um post!). Para falar verdade, estes dois cidadãos não têm aspecto de fazer panelas: têm o aspecto de as consumir! Todos os dias, várias vezes ao dia se for possível.


E depois admiram-se que este cartaz tenha sido censurado. Mais: por gays e hetero! Os hetero porque é demasiado explícito (nem por isso!), os gays porque os hetero acham que é demasiado explícita, mas não acham que os hetero achem que os hetero explícitos sejam censuráveis (agora fiquei confusa... não interessa).

Outra: o VIH não está "toujours là": pois se estivesse era mais previsível. O problema é quando se pensa que ele não está... mas está. O malandro! E se estivesse só na cama de consumidores de panelas na óptica do utilizador seria mais previsível e mais cómodo para mim (e outras cidadãs com hábitos iguais aos meus), que só as uso para cozinhar.

Só havia uma maneira de haver concenso: uma imagem com fufas! Era natural que ninguém prestasse atenção à mensagem da propagação do VIH, mas ao menos olhavam! Neste mundo tão complicado não se pode querer tudo!

E há ainda este cartaz que pode parecer ambíguo a quem não souber alemão...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Para mais tarde recordar

Tenho uma confissão a fazer: volta e meia acredito que haverá um limite para o tema "fufas". Até agora a coisa tem dado e tal, mas de vez em quando dá-me a sensação de que poderei ficar como o Herman José ao fim de uns anos de carreira: ordinário, mas sem piada. E eu não queria perder a piada! Não me importava de ganhar o mesmo que ele, ou a Floribella, mas isso já é outra história e não vem ao caso.

Mas depois há acasos felizes como este, do blogue do Henrique Monteiro. No estaminé dele, refila contra a "notícia" de um casamento encenado do de duas fufas. E o comentador "userEX165563," faz um comentário aparentemente inócuo e nada relacionado com o assunto. Vai daí, um outro usa de um estratagema comum em blogues: chama-lhe camelo. A resposta é sublime!!! E contém a seguinte pérola:

"Ás vezes tenho esta mania de falar em coisas importantes, como a segurnaça rodoviária. Não volta a contecer, prometo. Da próxima, e para chamar a atenção, falarei de lésbicas low-cost e de aviões que pretendem casar. (Ou será ao contrário?) "

LÉSBICAS LOW COST??? CASAMENTO DE AVIÕES?? Genial!!! Já tenho assunto para uns tempos, junto com as de alta manutenção!!! Fica aqui, para mais tarde recordar! Agora tenho as bananas e a sua vida sexual (para além do mais que óbvio) e o Natal. GENIAL!!!

Numa nota completamente diferente, o blogue do Jorge Fiel desapareceu...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Carta ao Pai Natal - parte 2

Caro Pai Natal

No seguimento da nossa conversa no post anterior (e estabelecido que está que não existes), venho por este meio pedir o seguinte:

1. Internet portátil mais rápida a preços mais módicos. E que não fique penosamente lenta, como se se estivesse num bunker nuclear quando se fecha as janelas para não se morrer congelada e ter um aquecimentozinho simpático ligado.

2. Um cérebro. Sim Pai Natal, um cérebro! Eu já tenho um (nem sempre se nota porque é muito discretinho e tímido), mas anda um bocadinho gasto. Como tenho um disco duro suplente para guardar o que tenho no computador, pensei (com o meu cérebro gasto) arranjar um cérebro suplente. Já te poupei trabalho e até já o escolhi: o da Paris Hilton! É perfeito: pequenino, portátil, com pouco uso e nem sequer lhe faz falta.

Acho que se pedir com jeitinho ela mo cede! Sempre fica com mais espaço para o cabelinho louro dela. Tem ainda a vantagem que ela ainda é mais badalhoca que eu, pelo que eu a escrever e ela a badalhocar ia ser um sussexo! Digo, um sucesso! Estás a ver: já nem sei escrever em condições. Isto é porque já tirei o 1 mm2 de cérebro necessário para arrumar o cérebro da Paris. Alternativamente, alguém me ensine a ser menos distraída.

3. Que as pessoas amem e respeitem as árvores e não abusem delas para coisas tão kitsch como árvores de Natal. Dito isto, também não é preciso chegar a certos exageros.

4. Que não sejas tão exibicionista. Mais: que POR FAVOR não sejas exibicionista! E uma coisa: sapatilhas com roupão não está com nada! Não te fazia mal nenhum ler umas revistinhas de moda! Por outro lado, se alguém tinha dúvidas que o homem tem um antepassado comum com os restantes símios, acho que a dúvida ficou desfeita. Foste tu e o Zé Diogo dos Gato Fedorento, mas não vamos desconversar. Mesmo porque ele só vestiu uma farpela ridícula de lutador de wrestling e vai tendo alguma piada (apesar de falar à sopinha de massinha e provavelmente não ter dado conta).



Por hoje é tudo. Além de não querer abusar, ainda tenho uma roupinha para passar a ferro. E não, a tábua de engomar não é a fulana da Letra L, se era isso que estavas a pensar!

Como tenho umas noções de marketing (saiu-me um curso desses na farinha Amparo) e conheço o meu público, deixo ainda 10 fufas com habitação permanente em Silicon Valley. Se não têm habitação permanente... bem... pelo menos têm lá casa de férias... estás a ver... ferias... lazer... silicon valley! Com esta neve toda, sem aquecimento central... estou em crer que no espírito solidário da época algum praticante de montanhismo (ou de mergulho em apneia) lhes dará guarida!
Melhores cumprimentos

Abobrinha

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

9 fufas

As lesbianas podem fazer parte do imaginário masculino, só no campo da fantasia. Sim, porque para sermos rigorosos, só interessaria aos homens no campo de mais que fantasia gajas bissexuais! Só assim se poderia fazer uma sandezinha de homem heterossexual (ou mulher-sexual) por vocação e com as hormonas aos saltos na óptica do utilizador.

Não sei se a ASAE permitiria a comercialização ou mesmo o consumo doméstico sem fins comerciais de sandes de homem heterossexual, porque poderia constituir canibalismo. Mas canibalismo ainda era naquela! O mais grave (e aí estou em crer que daria prisão e açoites em praça pública) seria se o dito homem fosse servido com creme de bola de berlim, bem barrado por todo, incluindo as partes mais molej..eje...eje. Se bem que os “berliner” (os de Berlim cidade) não têm creme. E os doces alemães em si não são grande coisa. Já as salsichas é outra história, mas não vamos desconversar, senão nunca mais chegamos às 9 fufas.

Afinal, comer um homem não é grave (acontece todos os dias e há mesmo quem goste). Deixá-lo todo chupadinho é mesmo desejável, mas há procedimentos de higiene e saúde a observar na confecção e comercialização de bolas de berlim. E neste aspecto a ASAE é inflexível. E acho bem! Isto não pode ser assim à balda!

Contudo, as fufas em si têm interesse só para mulheres. Essa lógica advém de meras considerações economicistas e de regulação de mercado: há a oferta e a procura e não saímos daqui. Eventualmente pode haver alguma necessidade de escoamento de stock, mas o mercado mulher-sexual costuma ser muito dinâmico e situações destas só ocorrem em situações excepcionais e mesmo assim é preciso uma conjunção astral muito específica. Não sei qual, mas também não interessa e eu estou aqui a tentar demonstrar uma coisa.

Ainda dentro de uma lógica empresarial temos considerações concorrenciais a ter em conta. Assim sendo, tem todo o interesse que passem muitas mulheres para o “dark side”, dado que o mercado de homens mulher-sexuais (aqueles cujo lado feminino é uma fufa cavalona e cheia de luxúria). E esta situação interessa a fufas autênticas e a mulheres homem-sexuais, dado que aumenta a luxúria dos homens disponíveis e ainda as hipóteses de comer um. Sem creme de bola de berlim, claro, porque ninguém quer problemas com a ASAE e porque dá cabo da linha e da vesicula. Mas há alternativas de baixas calorias, porque o nicho de mercado é importante. E que nicho!

Dito isto, 9 é um número excelente! Não é um número primo mas tem aspecto de o ser. E se for dito com um ar convincente passa a ser mesmo e não há discussão! É a lei da vida: uma mentira dita com um ar convincente passa a ser verdade. Por mim 9 é primo e acabou! O blogue é meu, quem manda sou eu!

9 fufas são 18 homens disponíveis no mínimo: é que 9 fufas arrastam outras 9. Ora 18 também não é um número primo, o que é uma pena, porque eu gosto muito de números primos: têm poucas calorias, muitas fibras, saciam e têm um sabor agradável a algo exótico. Para o pequeno-almoço é sempre números primos com leite magro. Não falha! E depois, houve alguém que falou de qualquer coisa com lesbianismo e incesto. Incesto que significa, como toda a gente sabe, 9 fufas num cesto com um lacinho e entregues à porta na noite de Natal.

Dado o equipamento de série das mulheres, o cesto de fufas tem que ser complementado com uma série de acessórios, o que também é bom para o comércio! Neste mundo ninguém dá nada a ninguém, e toda a gente sabe que as mulheres são de altíssima manutenção! Assim, junto com 9 mulheres com preferências sexuais exóticas (como os números primos, como já expliquei) teria que juntar-se um cesto com vibradores de vários modelos (ao fim de um tempo as gajas aborrecem-se do mesmo modelo), revistas de moda, roupa, telemóveis com saldo ilimitado, sapatos (muuuuuuuuuuuuitos sapatos), joalharia e carros femininos. Se uma delas fosse da raça “dykes on bykes”, teríamos ainda uma ou várias motorizadas. Ah, e dinheiro para combustível. Ou seja, o cabaz ficaria por um preço absurdo e mesmo assim ainda se queixariam dos homens e das outras mulheres. Ou seja, fufas são gajas na mesma, para quem tinha ilusões.

Ou seja, 9 fufas é bem capaz de ser demais! É só um palpite! Por número primo que seja, 9 é capaz de não ser um bom número para um conjunto de fufas para alguns homens. Mesmo porque já chegamos à conclusão que 9 fufas não interessam a homem nenhum!

E depois de vos pregar com esta seca monumental, cá estão elas: 9 fufas vestidinhas com o “birthday suit”. Revisto e aumentado, claro! Ou um “buffet coma até chegar lá com o dedo”... eje... ora bem... cá está uma expressão traiçoeira. Claro que deste conjunto de fufas, todas menos um par delas são a fingir. E ainda temos uma tábua de engomar (que aqui nem parece tanto).

Se conseguiram chegar até ao fim do texto sem morrer de tédio, os meus parabéns! Eu não seria capaz!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

E mais fufas!

Juro que fiquei perturbada pela quantidade de pessoas que procurou Tim Crow aqui no meu estaminé. E nem um teve a decência de comentar o meu post! Há gente com muito maus instintos.

Assim sendo, a direcção da Abobrinha, depois de consultar o departamento de Marketing, fazer um estudo sociológico com enfoque nas necessidades populacionais específicas do target frequentador aqui do tasco decidiu que... era hora de mais fufas!

Ora bem, retomando o tema do chinoca (coreanoca não me soa bem), não sei se o abraço é uma relação de apoio ou de carga. Mesmo porque se tirarmos o "a" a "apoio" ficamos com uma porcaria e carga pode ser interpretado como peso e isso dá origem a uma série de mal-entendidos.

Os mal-entendidos é naquela, mas pode também dar origem a interpretações (ahem) artísticas como esta que pode ser intitulada "as paredes também precisam de amor". Títulos alternativos: "com este cabelo não vou mais longe que isto", "isto foi a única coisa dura que encontrei nos últimos 50 anos" (se repararem, a moça deve ter aí 30 ou menos) ou "chamem a urgência psiquiátrica, por favor, que eu ainda dou cabo da parede".


Mas se deixarmos descair o tema abraço, podemos ir para o tema colinho! Quem não gosta de um colinho? O colinho leva-nos para o imaginário maternal, para o cerelac (com ou sem grumos), para uma inocência despida de qualquer resquício de maldade... ou de roupa! Convém aquecimento, senão corre mal. Mas global não porque os malefícios para a humani...

- Abobrinha!!!
- Sim?

- Então e as imagens das fufas?
- Ah, pois! Desculpem! Quando falo de arte eu perco-me, e a dimensão desta obra é...

- DESPACHA-TE!!!
- Pronto, que gente apressada! Cá está!


Ainda estou para saber qual é o busílis da porra das fufas! E não quero saber se este colinho é uma relação de carga ou apoio! Na volta é mesmo neurose homossexual. No caso, mulher-sexual!

Tenho uma coisa muito importante a dizer!




Pufff, puff, pufff... (suspiro)

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai!

Hmfgnf... ... ... ... ...hamfebaaaaaaaaaaaaaaaa...

Nbmnmnnn... ... ...

Deixem lá, depois de 2 horas de ginásio, a dar-lhe mesmo, também ficariam neste estado (sobretudo se estivessem em relativa má forma, como é o caso)! Mas ao menos parece que destilei o veneno todo! Aaaaaaaaaaaaaaaah! I feel good, como diria o James Brown!

Deixo-vos uma imagem de umas cidadãs virtuais a precisar de fazer uns exercícios para abater as coxas e/ou uma dietinha ou drenagem linfática para a retenção de líquidos. Ou pelo menos de se deixarem de ideias quanto a usarem roupa excessivamente apertada (entre outras coisas porque faz celulite e dá cabo da circulação, o que pode criar varizes).



Dito isto, os meninos são mais capazes de ter reparado no abraço das cidadãs e de indagar das suas preferências sexuais. Duvido que estejam a pensar se o abraço é um apoio o uma carga! Mas isto é porque vos tomo por javardos sem sentido estético! Ou coisa que o valha. Não disse é se era uma coisa boa ou má.
Já agora, um mistério: porque é que a bonecada japonesa parece estar sempre de boca aberta? Para ajudar ao badalhocómetro, quero recordar que os japoneses comem com pauzinhos... ...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Nova série de rapidinhas - 3

Já diferente é a Daniela Sea, com os seus lindos e impressionantes olhos de gato! Não serve para engomar camisas, mas quer-me parecer que com aquele aspecto e mercado disponível não terá que se preocupar muito com o aspecto que tem enquanto vestida.

Para mim é a fufa melhor porque 1. É linda, 2. Atrai mulheres lindas, pelo que diminui a concorrência para os meus lados (quem sabe não virará uma por outra para o "dark side"?) 3. É mesmo fufa! Para ser perfeita mesmo, só tinha que se atirar a mim! Mas isso era mesmo só para me aumentar a auto-estima!


Não sei qual é a especialidade dela, mas desconfio que deve ser mesmo ser fufa e ser linda! Não sei se passará a ferro ou cortará cabelos. Ah, e também parece que é actriz!

Nova série de rapidinhas - 2

Por falar nisso, há uma personagem na Letra L que é cabeleireira (ou hair stylist, se quiserem ser mais chiques). Ó pra ele, a dar uma beijoca numa personagem morenaça, bem gira.



Essa personagem, nos círculos lésbicos é chamada "sex on legs", mas não sei porquê! Só me ocorre que seja uma de duas coisas:


1. Sabe uns truques... de... ora bem... não é de cortar o cabelo que estou a falar!


2. Como as mulheres são práticas, gostam de acumular funções ou funcionalidades. Assim, um gajo giro será preterido por um giro e com jeito para mudar lâmpadas. Ou um gajo inteligente será preterido em favor de um inteligente e giro e com jeitinho para cozinhar. Neste caso, uma mulher lésbica e com um estilo de vida nómada ou uma decoração minimalista sempre poupa espaço porque não precisa de comprar uma tábua de engomar. Nem de comprar muita comida, como está bom de ver.

sábado, 24 de novembro de 2007

A nudez na arte - parte 2

Ora cá estamos, a debater a arte e a nudez na arte. Dado o número de avassalador de comentários (uuuuuuuuuuui!) no post anterior e o meu receio de sofrer represálias tipo um gato morto pelo correio ou um tiro de pistola de pressão de ar e ainda o facto de este ser um estabelecimento comercial (sem lucro, como muitos) que se preocupa com o número e qualidade de comentários por post, tenho que aumentar em muito o grau de badalhoquice deste tema. Espero que estejam preparados!

Ora passemos à análise socio-psicológico-hermenêutica da performance do senhor Kyungwoo Chun... ... ... não vale a pena! Vamos direitos à badalhoquice. Por exemplo, quando ele opta por propor: "Escolhe uma pessoa que não conheças. Sentem-se uma em frente à outra. Apoia a cabeça no ombro direito da pessoa que está à tua frente. Mantenham-se descontraídas durante 15 minutos". Fez ele muito bem!

Ora acontece que a notícia refere só gajas. Há várias hipóteses:

1. Os homens acharam que era extremamente gay andar a deitar a cabecinha no ombrinho de um outro homem;


2. As mulheres presentes não valiam o esforço de descobrir se "a relação com o outro é um apoio ou uma carga". E que tipo de carga... mesmo porque há quem defenda que as cargas são todas iguais, mas há umas cargas que valem mais a pena que outras,


3. As gajas é que acharam que não queriam “cargar” com os homens que tiveram o mau gosto de ir à feira de arte;

4. Definitivamente, feiras (de arte ou outras) são coisas de gaja, e arte não é excepção;


5 - o Kungwoo Chun só aceitou gajas para a performance. O porquê mereceria uma cuidadosa análise, cheia de badalhoquice, mas a melhor explicação é que:


6 . Só apareram fufas nas exposição!

Eu tinha que introduzir fufas em qualquer lado! Quer dizer, introduzir, salvo seja, porque boa parte dos truques das fufas não são introdutórios! Isto só quando eu era adolescente é que o pessoal perguntava “mas o que é que elas fazem”? OK, adolescente é capaz de ser um bocado forçado, porque eu fui muito inocente até muito tarde. Mas isso agora não interessa nada. Mas já apareceu a palavra fufas... faltam as imagens!!!

Vamos assumir que o Kyungwoo Chun tem, como qualquer gajo, pelos vistos, fantasias com fufas. Ora não creio! Aliás, o homem não tem grande categoria para tarado sexual! A fotografia que apresentei no post anterior é só para enganar (e aproveito para dizer que na altura que carreguei a não fotografia não tinha reparado no “bushism”, mas agora é tarde demais).

Se o Kyungwoo Chun tivesse categoria para tarado sexual moderado (em tudo se exige moderação) ou mesmo para artista, teria elaborado a obra com nudez. Porque de vestidos estamos nós todos fartos (e a moda está a virar-se perigosamente para conceitos de anos 80, como algumas combinações horrorosas de calções ou calças com leggings). Por exemplo, esta imagem destas duas cidadãs (uma de cada cor, e numa fotografia a preto e branco) demonstra que a relação com o outro é de apoio para a que é mais baixinha! E que apoio!

Motra ainda que a amizade é mais que o monocromatismo de uma imagem estilizada pela visão de um artista com mais visão que a do Kyungwoo Chun (como se isso fosse difícil). Pode-se deduzir ainda que o autor da fotografia não é um autor mas uma autora, e que todas estas cidadãs têm preferências sexuais por cidadãs do mesmo sexo, e nessa altura entramos no campo do bacanal! Esticando ainda mais a imaginação, podemos deduzir ainda que a fotógrafa terá envergará um fato idêntico ao das duas modelos... e que a seguir foram bebericar cházinho com waffles com chocolate fundido... e toda a gente sabe que o chocolate fundido por vezes se escapa e vai cair teimosamente na roupa... e depois tem que se limpar, senão mancha!


Onde é que eu ia? Ah! Na arte! Há quem não goste do nú integral mas opte pelo minimalismo indumentário. Nessa altura estas duas cidadãs não chegaram ainda a abraçar-se nem a aperceber-se do apoio de uma na outra. Mas têm todo o aspecto de estarem dispostas a receber a carga uma da outra! E que carga! A Milla Jovovitch com ligueiros mais básicos que estes deu cabo de tudo no Resident Evil 3. E olhem que era na secura do deserto!



O cidadão Tom Ford é que as sabe todas, porque apanhou a Keira Knightley e a Scarlett Johansson nestes preparos. Não contente com isso, mandou que lhe tirassem a fotografia e a escarrapachassem na capa da Vanity Fair. Há quem mande MMS para os amigos, mas a capa da Vanity Fair não é para qualquer um. E ainda conseguiu que lhe pagassem para isto e lhe chamassem arte! Claro que eu acho que a Keira Knitley parece um pau de virar tripas, tem um cabelo fraquinho e um sorriso de choca. Em contrapartida os meninos podem argumentar que ela andar sempre com a boca aberta é bom augúrio e que com a luz apagada são todas iguais. E que a Scarlett compensa! E aí já não tenho argumentos! Mesmo porque a Scarlett é espantosa.


Mais vestida, mas mais fufa, temos a Ellen DeGeneres, que eu adoro por vários motivos: é linda, inteligentíssima, tem olhos de gato, tem um humor bestial... e vive com uma mulher com idênticas características! Neste caso, o abraço da Ellen é como quem diz: “apoio o carago! Quem anda a comer a Portia de Rossi sou eu, e vocês podem ver mas não mexer!”.


No campo de nudez temos ainda o especialista Stanley Kubrik. Claro que nem todos os nús são iguais! O nú imediatamente abaixo reporta-nos para a noção que o empilhar (cuidado com a falta que pode fazer um “h”) de corpos poder significar a redução corpórea de um monte de indivíduos que no seu dia-a-dia se distinguem social e profissionalmente pelo que levam vestido e por todas as convenções humanas... a um monte de carne! Digo, a uma obra de arte dentro de uma obra de arte! Não se pode assim reduzir a arte a um monte de carne! Ou pode, mas ainda ninguém disse que isso era genial, por isso não vale!

Já a imagem seguinte pode significar que o Stanley não tem grande cuidado quando vai ao balneário e o sabonete lhe escorrega! Problema dele, mas não me apanhava nestes preparos (nem na anterior, mas isso não vem ao caso)! Por outro lado, pode ser uma crítica fugaz ao modo de oração muçulmano, mas de certeza que não quis problemas com aqueles cidadãos. E porque, ao contrário do Herr Krippmeister, poucas pessoas são capazes de avaliar pelo rabo a nacionalidade ou religião de cidadãos desprovidos de roupas!




Este post vai longo, pelo que quero aproveitar a ocasião para relembrar a necessidade do diálogo. Ilustro com um suposto monólogo, mas a avaliar pela participação, deve ser mas é uma grande tertúlia! E que tertúlia! Mas o tema ainda não se esgotou: tenho muitas mais imagens e estou a tentar forçar o badalhocómetro para níveis decentes antes de activar o lamechómetro! Ou não (ainda não decidi).


O que é preciso é estupidez natural!