Tinha eu planeado sair para o fim de ano e fazer e acontecer e tal quando recebo uma proposta a que não sei se posso dizer não: um bacanal, na minha própria cama, bem regado de bebidas e drogas!
Normalmente tenho por princípio que mais que duas criaturas numa cama (ou equivalente) é gente a mais. Se três é uma multidão, mais que isso ainda passa claramente ao absurdo e à falta de razoabilidade e alguém acaba por se aleijar! Um bacanal, portanto! Mas não só estou inclinada para fazer isso mesmo como a regar a coisa devidamente e drogar-me forte e feio.
Infelizmente o bacanal (a acontecer) será uma coisa imposta. E eu odeio que me imponham coisas e situações. Mas não sei se terei outra escolha que não passar a passagem de ano na cama, na companhia... de um monte de vírus que andei a evitar cuidadosamente e com sucesso. Até agora! Então e as bebidas e as drogas? Duuuh! Cházinho e paracetamol, como todas nós gostamos e usamos em bacanais destes! Eventualmente aspirina se me sentir suficientemente louca. E vamos ver se não preciso de antibióticos. É que não preciso de mais bichos na cama, mas os meus ouvidos parecem querer infeccionar. Lá está: detesto não ter escolha, mas parece-me que me vou lixar. Com "F" grande!
Isto não estava nos meus planos! A parte boa será ficar com tempo para responder aos comentários (isto está complicado!), mas... eu isso fazia noutra altura, pá!
Para não dizerem que não aprendem nada, diz a Wikipédia que um bacanal era uma festa de homenagem a Baco. Baco que era um pândego, como toda a gente sabe.
E ficam com um tal de Tiziano, que pelos vistos não tinha mais que fazer na vida que pintar bacanais. A isso eu chamo uma profissão!
