Ora bem, toca a despachar esta cena das fufas. E a protelar simultaneamente: eu sou tão reles! E não gosto naaaaaaaaaaaaaaaada de atenção! Acho que vou lançar as sementes de uma série de rapidinhas, mas vamos a ver o que é que isto dá. Onde é que eu ia? Ah! As fufas na arte!
3 - As fufas na arteFinalmente, e com excepção do episódio que hei-de contar (no finzinho de tudo, of course, só para torturar o Herr Krippmeister!!!), vou entrar na parte que eu domino mais das fufas: a ficção!
Acho que o primeiro filme lésbico que vi (e tanto quanto me lembro o único) foi o “Bound”, em 1996. A Gina Gershon (também fez o Show Girls, um filme muito desinteressante até para gajos, apesar de ter mamas a voar por todo o lado) é uma cavalona que já esteve na prisão e trabalha como canalizadora. A dada altura desentope os canos à Meg Tilly (em mais que um sentido), numa cena em que a Meg Tilly (que foi casada e ainda se dá muito bem com o menino que criou os Simpsons, se é que nesta altura do campeonato alguém quer saber!) com aquela vozinha de boneca, lábios carnudos e corpo fantástico a enrola numa teia de sedução para depois trepar pelas paredes (em sentido figurado).
Li agora (na wikipédia, claro) que foram uns irmãos polacos fixes (não os que mamaram na Merkel, mas os que realizaram o Matrix) que realizaram a coisa. Desconfio que ficaram inspirados para fazer o Matriz a partir daí! Essa foi a altura de uma série de filmes desinteressates, como o “paciente inglês” e “o santo”, que foram uma bosta de todo o tamanho.
Ora ilustração nº 1: o cartaz do filme. Interessante, não? Recomendo o DVD para uma noite bem passada (de preferência não sozinhos).

O filme é de acção. O lesbianismo é um pormenor que nem é relevante por aí além e há pancadaria de criar bicho a dada altura (acho eu, mas já foi há 11 anos!). Mas para meninos com fantasias estranhas é excelente! E a Meg Tilly fica bem em qualquer lado! Deixo-vos a descrição da wikipédia acerca das cenas de sexo:
“The sex scenes were choreographed by feminist writer and sex educator Susie Bright. The Wachowski brothers were fans of Bright and sent her a copy of the script with a letter asking her to be an extra in the film. When she read the script she loved it, particularly as it was about women enjoying having sex and not apologizing for it.”OK, é um pouco técnico, mas é sempre interessante e não vão morrer mais estúpidos, não acham??? Só gostava de saber o que é uma sex educator, mas aposto que há pessoal a esta hora a imprimir os currículos para mandar aos irmãos Wachowski!!! E gostava de saber o que faz exactamente uma "sex educator".
Temos depois brevemente a série de culto, se bem que com um final lamentavelmente cor de rosa (e não estou a falar de homossexualidade; antes estivesse!): "Sexo e a cidade". Não vou deixar imagens porque não gosto muito nem da figura nem da personagem da Samantha. Mas para quem acompanhou, a personagem a dada altura cansa-se de homens (meninos, cuidado!) e vira-se para a Sónia Braga. Sim, a Gabriela cravo e canela (bem mais enxuta que a Kim Catrall, apesar de quase poder ser mãe dela... se bem que é boa amiga do Ivo Pittangy... não interessa!).
Uma das cenas mais engraçadas da série é quando as outras três comentam a opção bizarra da anterior comedora de homens e se vira a Charlotte (tem que ser inglês, senão perde-se algo na tradução): "What do you mean she is tired of men? When you are tired on men you don't just eat pussy!".
E depois temos "a letra L". Numa fase estranha da minha vida, vi esta série na RTP2 (o verdadeiro serviço público). Vi a 1ª série, um bocado da segunda e li partes das seguintes no site. Como muita coisa que dura tempo a mais, aquilo a dada altura estava a enconar (também literalmente) e eu deixei de ter pachorra.
Mas olhem só a fronha das gajas!!!

E sim, a primeira da bicha (digo, fila) é mesmo a Jennifer Beals, do Flashdance, que faz do que no
site da série se chama de "alfa female" (uma directora de um museu de arte)! Também podem ver coisas fixes na inevitável
wikipédia (o recurso dos calaceiros, com a diferença que eu não plagio).
Recentemente juntaram-se-se ao elenco nomes tão estranhos e inesperados como a Cybill Shepherd, a moça que fazia de terminator 3 (e que tanto ataca de um lado como do outro e é uma cavalona do carago!), a Marlee Matlin (a actriz surda de "filhos de um deus menor").
Destaco esta menina que apesar de ter todo o ar de fufa estereotipada parece que não o é (e é prima da Gwinneth Paltrow, além de modelo, se bem que não perceba porquê). No site da série chamavam-lhe "sex on legs" e a personagem dela comia tudo o que lhe aparecia à frente e não tivesse Zézinho. Incluindo a Rosanna Arquette! Não é para qualquer um! OK, tem olhos de gato, mas a outra menina ainda tem mais. E é fufa mesmo! Além de tudo, apareceu no "short bus", o que só abona em favor dela. Digam lá se não é lindíssima e exótica!
Já agora, se me quiserem oferecer o "short bus" em DVD, o meu aniversário... bem, já passou... mas o Natal é quando o homem quiser!


Ora bem... eu tenho que ir dormir!!! Acho que para fufas na arte está visto, a não ser que alguém tenha algo de interessante a acrescentar.
Amanhã cobrirei os brinquedos e acessório - ou como é que eu quase passei para o outro lado e ofereci um anel de noivado a um homem casado e com filhos. Não é nada do que estão a pensar, mas dá que pensar. Porcaria, claro!

E as minhas vizinhas... fica para outra altura!