Não tenho grande coisa para escrever neste post (olha a novidade: parece que os outros também têm um assunto do carago!). Simplesmente tenho a certeza quase absoluta de que não consigo passar em cada um dos vossos tascos a desejar-vos Bom Ano Novo (fiz isso no Natal e esqueci-me de um par deles, o que é vagamente irritante), por isso decidi deixar aqui os meus desejos de Bom Ano para todos.
Uma passagem de ano é uma coisa perfeitamente arbitrária, mas é uma boa desculpa para fazer balanços e avaliar o rumo às coisas. Este ano correu-me bem! Arrisco-me a dizer que me correu muito bem! Apesar de todas as contrariedades que tive (algumas das quais que aqui indiquei mais ou menos), ou mesmo por causa delas. Tudo contribuiu para que eu crescesse e me conhecesse. E que gostasse mais de mim. E mais dos outros. Reinventei-me, mantendo a minha essência. É assim que quero pensar em mim quando fizer o balanço dos anos que se seguirão a este. Até morrer!
Este ano foi sobretudo riquíssimo em amigos! Vocês e os outros, os "offline". Como disse, é o motivo mais importante para eu não acabar com o blogue: gosto de conversar com vocês, de dizer disparates!
Este ano reaprendi o que já sabia: o valor da solidariedade. Sobretudo a feminina, que tende a ser mais intensa. Quando existe é maravilhosa, pelo que apelo a todas as mulheres que a comecem a exercitar. Só têm a ganhar! Do mesmo modo, revi o valor de viver em verdade. Nunca é demais pensar nela. E pô-la em prática: ser verdadeiros connosco mesmos e com os outros!
Sendo assim, de 2009 eu espero a continuação lógica deste ano. E estou excitadíssima porque vai ser um ano maravilhoso! Porque não pode ser de outra maneira! Nem que me traga mais dissabores como os que marcaram 2008. Ou com esses dissabores!
Se não nos "falarmos" antes, uma boa festa de passagem de ano. E o meu obrigada por fazerem de algum modo parte da minha vida! Eu gosto de vocês de carago!
Ah, e prometo posts badalhocos! Isso sim, é importante!
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Programa para a passagem de ano: bacanal e drogas!
Ah pois! Eu não faço a coisa por menos! E pensavam vocês que eu era toda recatada e tal, fiel e não me metia em drogas? As pessoas enganam! Às vezes mesmo muito (eu que o diga!)!
Tinha eu planeado sair para o fim de ano e fazer e acontecer e tal quando recebo uma proposta a que não sei se posso dizer não: um bacanal, na minha própria cama, bem regado de bebidas e drogas!
Normalmente tenho por princípio que mais que duas criaturas numa cama (ou equivalente) é gente a mais. Se três é uma multidão, mais que isso ainda passa claramente ao absurdo e à falta de razoabilidade e alguém acaba por se aleijar! Um bacanal, portanto! Mas não só estou inclinada para fazer isso mesmo como a regar a coisa devidamente e drogar-me forte e feio.
Infelizmente o bacanal (a acontecer) será uma coisa imposta. E eu odeio que me imponham coisas e situações. Mas não sei se terei outra escolha que não passar a passagem de ano na cama, na companhia... de um monte de vírus que andei a evitar cuidadosamente e com sucesso. Até agora! Então e as bebidas e as drogas? Duuuh! Cházinho e paracetamol, como todas nós gostamos e usamos em bacanais destes! Eventualmente aspirina se me sentir suficientemente louca. E vamos ver se não preciso de antibióticos. É que não preciso de mais bichos na cama, mas os meus ouvidos parecem querer infeccionar. Lá está: detesto não ter escolha, mas parece-me que me vou lixar. Com "F" grande!
Isto não estava nos meus planos! A parte boa será ficar com tempo para responder aos comentários (isto está complicado!), mas... eu isso fazia noutra altura, pá!
Para não dizerem que não aprendem nada, diz a Wikipédia que um bacanal era uma festa de homenagem a Baco. Baco que era um pândego, como toda a gente sabe.
E ficam com um tal de Tiziano, que pelos vistos não tinha mais que fazer na vida que pintar bacanais. A isso eu chamo uma profissão!
Tinha eu planeado sair para o fim de ano e fazer e acontecer e tal quando recebo uma proposta a que não sei se posso dizer não: um bacanal, na minha própria cama, bem regado de bebidas e drogas!
Normalmente tenho por princípio que mais que duas criaturas numa cama (ou equivalente) é gente a mais. Se três é uma multidão, mais que isso ainda passa claramente ao absurdo e à falta de razoabilidade e alguém acaba por se aleijar! Um bacanal, portanto! Mas não só estou inclinada para fazer isso mesmo como a regar a coisa devidamente e drogar-me forte e feio.
Infelizmente o bacanal (a acontecer) será uma coisa imposta. E eu odeio que me imponham coisas e situações. Mas não sei se terei outra escolha que não passar a passagem de ano na cama, na companhia... de um monte de vírus que andei a evitar cuidadosamente e com sucesso. Até agora! Então e as bebidas e as drogas? Duuuh! Cházinho e paracetamol, como todas nós gostamos e usamos em bacanais destes! Eventualmente aspirina se me sentir suficientemente louca. E vamos ver se não preciso de antibióticos. É que não preciso de mais bichos na cama, mas os meus ouvidos parecem querer infeccionar. Lá está: detesto não ter escolha, mas parece-me que me vou lixar. Com "F" grande!
Isto não estava nos meus planos! A parte boa será ficar com tempo para responder aos comentários (isto está complicado!), mas... eu isso fazia noutra altura, pá!
Para não dizerem que não aprendem nada, diz a Wikipédia que um bacanal era uma festa de homenagem a Baco. Baco que era um pândego, como toda a gente sabe.
E ficam com um tal de Tiziano, que pelos vistos não tinha mais que fazer na vida que pintar bacanais. A isso eu chamo uma profissão!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Lara Croft, maiores de 16 anos
- A maioria dos jogos de playstation são violentíssimos!
- E vêm marcados maiores de 4 anos! É impressionante!
- Excepto a Lara Croft! Essa vem marcada maiores de 16! Não entendo!
- É por causa das - dá um jeitinho a aconchegar as mamas - "prateleiras".
- Pois, mas tu também tens "prateleiras".
- E então? É que eu... também sou para maiores de 16!
NOTA: Este ainda não é um "post, post", mas uma coisita que já estava meia escrita. É só a promessa de que o blogue não vai acabar. Mas estou com preguiça. Ou falta de vontade...
- E vêm marcados maiores de 4 anos! É impressionante!
- Excepto a Lara Croft! Essa vem marcada maiores de 16! Não entendo!
- É por causa das - dá um jeitinho a aconchegar as mamas - "prateleiras".
- Pois, mas tu também tens "prateleiras".
- E então? É que eu... também sou para maiores de 16!
NOTA: Este ainda não é um "post, post", mas uma coisita que já estava meia escrita. É só a promessa de que o blogue não vai acabar. Mas estou com preguiça. Ou falta de vontade...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
As notícias do fecho deste blogue poderão ter sido algo exageradas
Mas é assim que eu sou em algumas coisas: exagerada, excessiva, intensa, intuitiva! Não intuitiva por ter um sexto sentido, mas porque todos os 5 concretos e mensuráveis que tenho me apontam algo que já lá está, mesmo só à espera de ser verbalizado. Não sou fria nem calculista, mas devia desenvolver algumas dessas qualidades. Às vezes dão jeito! Para pessoas e situações.
Ainda não sei exactamente que bicho me mordeu ontem, mas não nego à partida que tenha sido a porra do Natal. Não o Natal propriamente dito (que optei por ignorar e não dar a importância que não merece), mas o facto de tudo parar por causa dele e dar tempo para pensar. Não tem que ser uma coisa má: apercebi-me que tenho que parar um bocadinho e pensar. Acho que vou aproveitar estes dias (sexta o patrão deu férias) para fazer isso mesmo.
Ontem não pensei: senti só. O meu alarme activou de repente e não sei porquê. Ou por outra, sei que a causa não é só uma mas muitas. Uma delas sei que não se resolve, apesar das boas intenções de quem depende o gesto que eu preciso (e tenho que viver com isso, apesar de não saber ainda como exactamente) e de que não prescindo. Mas que, pensando bem, não é sequer importante: as pessoas só valem o que valem e não o que pensamos que elas valem. E eu até já sabia isso, mas é daquelas coisas que custa a aceitar. Tenho é que reagir de acordo com isso.
O alarme activou, agora só tenho que procurar os ladrões, pôr de novo trancas à porta, sabendo que eles voltam. Eles voltam sempre!
Ontem fui dar uma volta (leia-se: várias voltas) e regressei com a firme intenção de acabar com o blogue. De vez! Tinha mesmo um texto alinhavado na cabeça para me despedir, mas quando abri o computador deu-me vontade de... responder aos comentários! Falar com pessoas! Sim, porque este blogue serve para me exprimir, dizer disparates, mas também para conversar com gente que não conheceria de outro modo. Tipo um café sem consumo (nem tabaco!). A parte de não ter tabaco é importante (que me desculpem os fumadores... mas é importante).
Por isso vou deixar de escrever posts novos um tempo (1 semana, 2, 1 mês, não sei nem quero saber). Mesmo porque estou sem inspiração e não consigo escrever desse modo. Vou pensar o que quero para este blogue. Ou tão só deixar fluir e escrever só o que me apetece e quando me apetece. Sendo que neste momento não me apetece escrever nada! Estejam à vontade para cuscar nos textos antigos. Digo isso porque eu gosto de volta e meia de ir ler textos que eu mesma acho engraçados.
Entetanto hei-de cuscar os vossos tascos. Porque sobretudo, gosto de conversar! E os meus comentadores são excelentes a conversar. A ler, a ouvir... porque de outro modo não aturariam os verdadeiros testamentos que eu escrevo! Ler o meu blogue é uma prova de resistência! Quem o lê está verdadeiramente apto para fazer a maratona de Nova Iorque sem mais treino! Mas se depois cair para o lado de exaustão eu não me responsabilizo.
Como diria o Santana Lopes: eu ando por aí! Sendo que eu sou mais bonita que o Santana Lopes. E menos aluada qualquer coisinha. E sim, também estou disponível para me candidatar à Câmara de Lisboa! Algo me diz que faria melhor figura, mesmo porque tenho mau feitio à Rui Rio (mas pelos vistos falo menos bem alemão)! E Lisboa precisava de um Rui Rio. Ou de uma Abobrinha? Mas isso agora são outras conversas!
Ainda não sei exactamente que bicho me mordeu ontem, mas não nego à partida que tenha sido a porra do Natal. Não o Natal propriamente dito (que optei por ignorar e não dar a importância que não merece), mas o facto de tudo parar por causa dele e dar tempo para pensar. Não tem que ser uma coisa má: apercebi-me que tenho que parar um bocadinho e pensar. Acho que vou aproveitar estes dias (sexta o patrão deu férias) para fazer isso mesmo.
Ontem não pensei: senti só. O meu alarme activou de repente e não sei porquê. Ou por outra, sei que a causa não é só uma mas muitas. Uma delas sei que não se resolve, apesar das boas intenções de quem depende o gesto que eu preciso (e tenho que viver com isso, apesar de não saber ainda como exactamente) e de que não prescindo. Mas que, pensando bem, não é sequer importante: as pessoas só valem o que valem e não o que pensamos que elas valem. E eu até já sabia isso, mas é daquelas coisas que custa a aceitar. Tenho é que reagir de acordo com isso.
O alarme activou, agora só tenho que procurar os ladrões, pôr de novo trancas à porta, sabendo que eles voltam. Eles voltam sempre!
Ontem fui dar uma volta (leia-se: várias voltas) e regressei com a firme intenção de acabar com o blogue. De vez! Tinha mesmo um texto alinhavado na cabeça para me despedir, mas quando abri o computador deu-me vontade de... responder aos comentários! Falar com pessoas! Sim, porque este blogue serve para me exprimir, dizer disparates, mas também para conversar com gente que não conheceria de outro modo. Tipo um café sem consumo (nem tabaco!). A parte de não ter tabaco é importante (que me desculpem os fumadores... mas é importante).
Por isso vou deixar de escrever posts novos um tempo (1 semana, 2, 1 mês, não sei nem quero saber). Mesmo porque estou sem inspiração e não consigo escrever desse modo. Vou pensar o que quero para este blogue. Ou tão só deixar fluir e escrever só o que me apetece e quando me apetece. Sendo que neste momento não me apetece escrever nada! Estejam à vontade para cuscar nos textos antigos. Digo isso porque eu gosto de volta e meia de ir ler textos que eu mesma acho engraçados.
Entetanto hei-de cuscar os vossos tascos. Porque sobretudo, gosto de conversar! E os meus comentadores são excelentes a conversar. A ler, a ouvir... porque de outro modo não aturariam os verdadeiros testamentos que eu escrevo! Ler o meu blogue é uma prova de resistência! Quem o lê está verdadeiramente apto para fazer a maratona de Nova Iorque sem mais treino! Mas se depois cair para o lado de exaustão eu não me responsabilizo.
Como diria o Santana Lopes: eu ando por aí! Sendo que eu sou mais bonita que o Santana Lopes. E menos aluada qualquer coisinha. E sim, também estou disponível para me candidatar à Câmara de Lisboa! Algo me diz que faria melhor figura, mesmo porque tenho mau feitio à Rui Rio (mas pelos vistos falo menos bem alemão)! E Lisboa precisava de um Rui Rio. Ou de uma Abobrinha? Mas isso agora são outras conversas!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Juro que de repente me deu vontade de acabar com o blogue...
E estou a falar a sério. Não sei bem porquê, mas deu-me vontade. Qualquer dia acabo mesmo!
Do que é normal
Quem me conhece (tipo, quem me conhece a sério, não quem pensa que me conhece) sabe que não sou bairrista. Isto é um aviso para o que vem a seguir, que é para saberem o que NÃO pensar.
Li hoje uma reportagem no Público sobre os anti-Natal e comecei a ler por curiosidade. É uma reportagem ao estilo de tantas outras: entrevistam-se 3 pessoas, cita-se a opinião destes e "prontos", está uma reportagem feita (e 2 páginas de jornal vendidas, quick and easy). O que me chamou a atenção não foi tanto isto como o facto de dois estarem identificados pelo nome e pela origem: são naturais do Porto, a viver em Lisboa há x anos. Da origem do terceiro entrevistado não se diz nada...
Ora quando não se diz nada de alguém é porque é "um dos nossos". Ou seja, um jornal nacional considera "um dos nossos" um que mora ou trabalha em Lisboa mas não um que vem do "Norte". Eu sei que Lisboa e arrebaldes são o maior mercado do país, mas ouvi dizer que também se vende jornais no resto do território continental. Arriscaria dizer que se lê também jornais nas ilhas, mas aí já não juro porque é muito longe e a pessoa nunca sabe se eles moram em cavernas e usam mocas para arranjar esposa ou usam telemóveis e computadores "como nós"!
Não gosto deste centralismo e acho que dá mau resultado. Sendo que neste caso dá só uma leve irritação, mas quando se trata de decisões políticas pode ser extremamente grave. Porque se tomam para "os nossos"... sendo que "os nossos" são o mercado de 2 milhões e tal, extremamente concentrado e com elevado poder de compra. Odeio do mesmo modo o bairrismo e isolacionismo, mas para o caso não é relevante.
Não me levem a mal: sou muito cosmopolita, adoro Lisboa, as pessoas (não "as gentes", que é uma expressão que me irrita porque um bocado campónia) que vivem e trabalham em Lisboa e o bulício que lhe é próprio. Mas há mais país para além de Lisboa e Porto. E é nestas pequenas coisas que se vê a maneira de pensar de muito boa gente. Inclusive de quem molda a opinião pública... e de quem manda!
Para quem ficou a pensar que eu tenho uma molécula de bairrismo no corpo, é favor reler o primeiro parágrafo. Para quem pensa que eu tenho preconceitos contra a Madeira e Açores, declaro solenemente que adoro o que conheço de um e outro arquipélago (que não é suficiente, só porque é longe, mas tenho montes de amigos de um e do outro lado).
Li hoje uma reportagem no Público sobre os anti-Natal e comecei a ler por curiosidade. É uma reportagem ao estilo de tantas outras: entrevistam-se 3 pessoas, cita-se a opinião destes e "prontos", está uma reportagem feita (e 2 páginas de jornal vendidas, quick and easy). O que me chamou a atenção não foi tanto isto como o facto de dois estarem identificados pelo nome e pela origem: são naturais do Porto, a viver em Lisboa há x anos. Da origem do terceiro entrevistado não se diz nada...
Ora quando não se diz nada de alguém é porque é "um dos nossos". Ou seja, um jornal nacional considera "um dos nossos" um que mora ou trabalha em Lisboa mas não um que vem do "Norte". Eu sei que Lisboa e arrebaldes são o maior mercado do país, mas ouvi dizer que também se vende jornais no resto do território continental. Arriscaria dizer que se lê também jornais nas ilhas, mas aí já não juro porque é muito longe e a pessoa nunca sabe se eles moram em cavernas e usam mocas para arranjar esposa ou usam telemóveis e computadores "como nós"!
Não gosto deste centralismo e acho que dá mau resultado. Sendo que neste caso dá só uma leve irritação, mas quando se trata de decisões políticas pode ser extremamente grave. Porque se tomam para "os nossos"... sendo que "os nossos" são o mercado de 2 milhões e tal, extremamente concentrado e com elevado poder de compra. Odeio do mesmo modo o bairrismo e isolacionismo, mas para o caso não é relevante.
Não me levem a mal: sou muito cosmopolita, adoro Lisboa, as pessoas (não "as gentes", que é uma expressão que me irrita porque um bocado campónia) que vivem e trabalham em Lisboa e o bulício que lhe é próprio. Mas há mais país para além de Lisboa e Porto. E é nestas pequenas coisas que se vê a maneira de pensar de muito boa gente. Inclusive de quem molda a opinião pública... e de quem manda!
Para quem ficou a pensar que eu tenho uma molécula de bairrismo no corpo, é favor reler o primeiro parágrafo. Para quem pensa que eu tenho preconceitos contra a Madeira e Açores, declaro solenemente que adoro o que conheço de um e outro arquipélago (que não é suficiente, só porque é longe, mas tenho montes de amigos de um e do outro lado).
domingo, 21 de dezembro de 2008
Um caralhinho é...
1. Um pénis pequenino;
2. Um homem que não é grande coisa;
3. Uma caneca das caldas;
4. Um palavrão envergonhado e meio disfarçado, para não parecer muito mal;
5. Um pauzinho usado pelos madeirenses para fazer poncha, também conhecido como pau de poncha;
6. O "pet name" do falo de um namorado de alguém (obviamente não muito dotado);
7. O nome do cão do Castelo Branco;
8. Nenhum dos acima;
9. Todas as opções acima (inlcuindo a 8, para fazer moche!).
2. Um homem que não é grande coisa;
3. Uma caneca das caldas;
4. Um palavrão envergonhado e meio disfarçado, para não parecer muito mal;
5. Um pauzinho usado pelos madeirenses para fazer poncha, também conhecido como pau de poncha;
6. O "pet name" do falo de um namorado de alguém (obviamente não muito dotado);
7. O nome do cão do Castelo Branco;
8. Nenhum dos acima;
9. Todas as opções acima (inlcuindo a 8, para fazer moche!).
Crise matrimonial
É do conhecimento de quem tem pachorra para ler o meu tasco que há romance e casamento marcado no Abobrinha. E se o compromisso entre uma courgete e um pokemon que não se conhecem de lado nenhum não é o casamento do ano, não sei o que é!
Contudo, este fim de semana pensei que o casamento estaria já ameaçado de morte. Por quê? Pela traição? Não, porque eu mesmo arranjei quem me "botasse" os cornos (no caso, um peixe a saltar de um aquário, também conhecida por menina das alianças ou pelo nick "Eu mesma") e estou a viver um platónico romance lésbico com a minha alma gémea que está na lua e escreve poesia (eu levo também gostar do CSI Las Vegas muito a sério).
Não, o pedido de casamento deu-se na sequência de um ódio de morte pelo Natal e vontade de chacinar pais natal com requintes de malvadez. Ora este fim de semana comecei a pensar que talvez até gostasse do Natal... ... e fiquei preocupada!
Comecei a pensar no que teria motivado aquele pensamento peregrino! Ora aqui a menina foi à baixa do Porto fazer compras e encontrar-se com uma amiga. E a baixa estava cheia de povo! A baixa do Porto parecia um enorme centro comercial, algo mais difuso e sem cobertura! Ora eu gosto de confusão! Gosto muito de confusão! De gente a passear de um lado para o outro, de carros (OK, dispenso a parte de arrancar os cabelos a arranjar onde estacionar), de miúdos e graúdos aos berros, de animação na cidade. As luzes de Natal não pareciam muito de Carnaval, o que é bom (diz que é a crise)! E por um momento pensei: ah, isto de Natal até é fixe!
Perigo! O meu casamento está em perigo! Antes de saltar para um casamento que pode ser um erro, comecei a pensar nas reais motivações para tal pensamento peregrino! Afinal, ainda estou a tempo para recuar sem ter que abandonar o noivo no altar (ou de ser abandonada no altar)!
Concluí que realmente era a animação da cidade que me atraía. O facto de os pais terem coisitas para mostrar às crias, de terem que calcorrear os espaços tradicionais da cidade à procura de qualquer coisa baratinha para dar à sogra (não merece mais), umas meias para o filho da vizinha (para não gastar muito dinheiro, que a vida está cara!) e um pratinho nos chineses para a colega de trabalho (só para não dizer que não se dá nada). De apreciarem um dia de relativo bom tempo fora da cobertura de um centro comercial, como deviam fazer fora da época de Natal.
Fez-me pensar em ir à baixa ainda mais vezes. O frio e o Inverno não são desculpa, muito pelo contrário: o Porto é frequentemente cinzento de dia, mas à noite tem uma iluminação e uma dinâmica recente que lhe dá um carácter muito próprio. Mas mesmo de dia e mesmo cinzento, dá gosto calcorrear as ruas da baixa e tropeçar em pessoas que não se fecham em centros comerciais! E no Rui Reininho (mas isso é outra história).
Mesmo assim, considerei seriamente se o Natal não seria o motor de toda esta minha felicidade. Até que... vi pessoal com gorros de Pai Natal e vestidos de Pai Natal... ... e aí sorri e fui assaltada por pensamentos homicidas! Aí tive a certeza que este casamento estava certo! Mais ainda quando o meu noivo me deixou esta prendinha no meu tasco: matei o gajo várias vezes! Bacardi... o casamento mantém-se! Temos é que fazer os preparativos!
Contudo, este fim de semana pensei que o casamento estaria já ameaçado de morte. Por quê? Pela traição? Não, porque eu mesmo arranjei quem me "botasse" os cornos (no caso, um peixe a saltar de um aquário, também conhecida por menina das alianças ou pelo nick "Eu mesma") e estou a viver um platónico romance lésbico com a minha alma gémea que está na lua e escreve poesia (eu levo também gostar do CSI Las Vegas muito a sério).
Não, o pedido de casamento deu-se na sequência de um ódio de morte pelo Natal e vontade de chacinar pais natal com requintes de malvadez. Ora este fim de semana comecei a pensar que talvez até gostasse do Natal... ... e fiquei preocupada!
Comecei a pensar no que teria motivado aquele pensamento peregrino! Ora aqui a menina foi à baixa do Porto fazer compras e encontrar-se com uma amiga. E a baixa estava cheia de povo! A baixa do Porto parecia um enorme centro comercial, algo mais difuso e sem cobertura! Ora eu gosto de confusão! Gosto muito de confusão! De gente a passear de um lado para o outro, de carros (OK, dispenso a parte de arrancar os cabelos a arranjar onde estacionar), de miúdos e graúdos aos berros, de animação na cidade. As luzes de Natal não pareciam muito de Carnaval, o que é bom (diz que é a crise)! E por um momento pensei: ah, isto de Natal até é fixe!
Perigo! O meu casamento está em perigo! Antes de saltar para um casamento que pode ser um erro, comecei a pensar nas reais motivações para tal pensamento peregrino! Afinal, ainda estou a tempo para recuar sem ter que abandonar o noivo no altar (ou de ser abandonada no altar)!
Concluí que realmente era a animação da cidade que me atraía. O facto de os pais terem coisitas para mostrar às crias, de terem que calcorrear os espaços tradicionais da cidade à procura de qualquer coisa baratinha para dar à sogra (não merece mais), umas meias para o filho da vizinha (para não gastar muito dinheiro, que a vida está cara!) e um pratinho nos chineses para a colega de trabalho (só para não dizer que não se dá nada). De apreciarem um dia de relativo bom tempo fora da cobertura de um centro comercial, como deviam fazer fora da época de Natal.
Fez-me pensar em ir à baixa ainda mais vezes. O frio e o Inverno não são desculpa, muito pelo contrário: o Porto é frequentemente cinzento de dia, mas à noite tem uma iluminação e uma dinâmica recente que lhe dá um carácter muito próprio. Mas mesmo de dia e mesmo cinzento, dá gosto calcorrear as ruas da baixa e tropeçar em pessoas que não se fecham em centros comerciais! E no Rui Reininho (mas isso é outra história).
Mesmo assim, considerei seriamente se o Natal não seria o motor de toda esta minha felicidade. Até que... vi pessoal com gorros de Pai Natal e vestidos de Pai Natal... ... e aí sorri e fui assaltada por pensamentos homicidas! Aí tive a certeza que este casamento estava certo! Mais ainda quando o meu noivo me deixou esta prendinha no meu tasco: matei o gajo várias vezes! Bacardi... o casamento mantém-se! Temos é que fazer os preparativos!
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Só porque eu estou a morrer de sono...
... não é desculpa para vocês se esquivarem a responder ao consultório sexual!!! Isto foi consultório sentimental a mais esta semana!
E eu não estou com sono: estou a cair em cima do teclado... porra de má vida... ... yeeeeeeeeeeeeeeeeah!
E eu não estou com sono: estou a cair em cima do teclado... porra de má vida... ... yeeeeeeeeeeeeeeeeah!
Sexo e longevidade
Alguém me anda a enganar!
Era a centenária que tinha chegado aos 163 anos (mais coisa menos coisa) porque não tinha comido a minhoca.
Era a minhoca que vivia o dobro por não ser comida (não houve consenso quanto à espécie da minhoca em causa).
E agora dizem-me que a prática conhecida como "garganta funda" dá para chegar aos 95 anos? Algo me anda a escapar!
NOTA 1: Pensei que o homem já tinha morrido.
NOTA 2: Não sei bem o que é a tal "garganta funda", mas parece que envolvia enrabar o Nixon sem vaselina. Pareceu doloroso, não creio que o próprio tenha tido prazer, mas acho que deu orgasmos múltiplos a muita gente, por isso deve ser uma boa sugestão para o consultório sexual de hoje.
Era a centenária que tinha chegado aos 163 anos (mais coisa menos coisa) porque não tinha comido a minhoca.
Era a minhoca que vivia o dobro por não ser comida (não houve consenso quanto à espécie da minhoca em causa).
E agora dizem-me que a prática conhecida como "garganta funda" dá para chegar aos 95 anos? Algo me anda a escapar!
NOTA 1: Pensei que o homem já tinha morrido.
NOTA 2: Não sei bem o que é a tal "garganta funda", mas parece que envolvia enrabar o Nixon sem vaselina. Pareceu doloroso, não creio que o próprio tenha tido prazer, mas acho que deu orgasmos múltiplos a muita gente, por isso deve ser uma boa sugestão para o consultório sexual de hoje.
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